ENEM PPL 2018 - Formas de organização da sociedade para o enfrentamento de problemas econômicos no Brasil

Enviada em 07/12/2020

O Brasil está entre as 10 maiores economias do mundo. No entanto, é um país que, ao longo de sua história, passou  por diversas crise, sendo 2014 a ultima. Isso deve-se ao despreparo governamental para o enfretamento de recessões, mas também ao analfabetismo financeiro da sociedade brasileira que tornam essas crises ainda mais prejudiciais. Com soluções válidas para o enfrentamento de problema é possível  tornar o país menos vulnerável a essa problemática.

Em primeiro lugar, é válido ressaltar que, mesmo com a convivência de crise, a máquina pública brasileira ainda não conseguiu estar preparada para o baques econômicos. Tal fato, é confirmado na quebra da bolsa de Nova Iorque em 1929, no qual a crise de superprodução fez com que os produtos não tivessem liquidez, acumulando em estoques e derrubando os preços dos papeis das grandes corporações internacionais. O Brasil, com efeito, sofreu com a exportação de commodities e, para reverter, começou a alavancar a indústria nacional para conter a crise de desabastecimento e ganhar fôlego para superar a recessão. Assim, é preciso que medidas sejam tomadas como forma de amenizar a sua gravidade.

Além disso, a sociedade sofre com a pouca instrução de gestão financeira para solucionar problemas estruturais. Nessa perspectiva, no quesito educação financeira, o PISA, exame realizado com jovens de 15 anos em 15 países para avaliar a educação de cada país, mostrou que o Brasil aparece nas ultimas posições sendo a China a líder do ranking. Esse estudo, confirma o grande problema do analfabetismo financeiro da população que carece principalmente no âmbito escolar de aulas de finanças tornando-os adultos com pouca maturidade econômica. Assim, seja pela ação individual seja governamental, é inaceitável que um país com grande cenário internacional  mantenha estruturas econômicas ineficazes e pouco conhecimento da população de como gerenciar o dinheiro.

Portanto, para solucionar esse problema, é preciso que o Governo Federal, por meio do Ministério da Educação, implantem no currículo escolar obrigatório, aulas sobre educação financeira, contratando professores com formação acadêmica em ciências econômicas, para que essa disciplina torne-se mais um pilar no desenvolvimento educacional dos jovens brasileiros, erradicando  este analfabetismo financeiro que é presente na população. Dessa forma, crises como a de 1929 não serão tão impactantes como fora antes.