ENEM PPL 2018 - Formas de organização da sociedade para o enfrentamento de problemas econômicos no Brasil
Enviada em 28/06/2021
Historicamente, no território brasileiro, há a presença de crises econômicas que afetam a sociedade. Partindo desse ponto de vista, houve, a partir de momentos de uma economia fraca, o surgimento de associações sociais que visassem a supressão do problema financeiro. Dessa forma, torna-se necessário analisar as causas socioeconômicas dessa temática e também as problemáticas enfrentadas no interior dessas estruturas, ademais, vale ressaltar que isso está intimamente ligado a questões da modernidade e a aspectos governamentais.
É preciso analisar, antes de tudo, os motivos que impulsionaram a criação desses espaços. Nesse sentido, é válido observar os efeitos da economia globalizada e da modernização nos indivíduos, em que, com uma constante robotização industrial, estes se tornaram dispensáveis. Portanto, aliado à esse desenvolvimento constante, também, cresce o desemprego na sociedade, o que faz com que novos meios de subsistência sejam criados, por exemplo as cooperativas, as quais são as associações que não só garantem a sobrevivência familiar, como também pode gerir empregos em uma comunidade, atuando, desssa forma, como um supressor da crise econômica.
Além disso, torna-se apropriado destacar o papel governamental para a inflexibilização do desenvolvimento dessas associações. Nessa perspectiva, Carlos Drummond de Andrade em seu poema No Meio do Caminho relaciona pedras na estrada com as dificuldades de desenvolvimento enfrentadas pela sociedade. Analogamente a essas adversidades atua o governo para com as associações, haja vista o baixo estímulo de crédito, ao comparar com as grandes empresas e bancos, dele em relação a elas, deixando-as completamente vulneráveis a qualquer oscilação no campo econômico, e isso precisa ser alterado.
Fica claro, portanto, que são ponte para reverter a situação supracitada. Logo, é dever do Ministério da Economia, em conjunto com o da Fazenda, promover, por meio de cláusulas governamentais de estímulo à economia, a abertura de crédito para as organizações de forma proporcional ao seu tamanho. Dessa forma, com maior poder aquisitivo, estimulado pelo Governo, esses conglomerados econômicos-sociais tenderá a fixar-se como empreendimentos de maneira mais completa, ajudando, por fim, o desenvolvimento econômico.