ENEM PPL 2019 - Combate ao uso indiscriminado das tecnologias digitais de informação por crianças

Enviada em 14/01/2021

A Revolução Técnico-Cientifico-Informacional trouxe muitos avanços em todos esses campos da tecnologia, muito em graças a internet que atualmente impacta a vida de toda uma nova geração de crianças que já nasceram após sua criação. Entretanto, esses impactos apesar de alguns positivos trazem grandes perigos a primeira idade, expondo eles a grandes perigos e causando danos a sua formação educacional. Portanto, é cabível discutir sobre como as diretrizes das redes não são cumpridas o e assim uso desregulado das redes pelos jovens os expõe a assédio e abuso sexual.

Em primeiro plano, apesar de existir toda uma série de normas para o uso das redes sociais, muitas dessas não são cumpridas pelo usuário. Uma vez que, 68% das crianças de 11 e 12 anos possuem perfis nesses aplicativos, apesar de sites como o Twitter e o Facebook terem em suas regras que só é permitido maiores de 13 anos, provando como seu sistema de diretrizes é facilmente burlado. Além disso, a culpa disso não é só dos aplicativos, os pais também tem sua parcela de culpa, pois, se mostram negligentes ao que os filhos acessam na internet, os expondo a grandes perigos.

Consequentemente, esses indivíduos - muitas vezes sem instruções - são desde cedo expostos a essa grande rede de fluxos e informações. Desse modo, ficam a mercê de ataques de pessoas maliciosas, cerca de 9% dos usuários infantis já receberam pedidos de fotos íntimas em conversas nesses aplicativos, além de assédios e conteúdos de abuso sexual, o problema é que, em muita das vezes eles não sabem o verdadeiro perigo desses atos. Já que, as escolas não possuem uma educação sexual preventiva desde cedo, a fim de alertar a primeira idade sobre esses indivíduos abusivos e suas atitudes suspeitas.

Destarte, é notório a necessidade de medidas para solucionar essa problemática. Logo, o Ministério da Educação deve instruir os alunos desde cedo a como identificar sinais de abuso sexual, por meio de uma disciplina específica que os ensine o básico sobre educação sexual, com imagens e alusões a práticas que são consideradas assédio, a fim de fazer com que possam identificar e assim os previnir que sofram desse mal, além disso, cabe as grandes corporações das redes sociais reformular a forma de verificação de idade, para impedir que jovens burlem esse sistema. Para, somente assim, as tecnologias digitais impactarem apenas de forma positiva a formação e vida das crianças.