ENEM PPL 2019 - Combate ao uso indiscriminado das tecnologias digitais de informação por crianças
Enviada em 15/01/2021
A Revolução Técnico-Cientifico-Informacional trouxe muitos avanços em todos esses campos da tecnologia, em muito graças à internet, que atualmente impacta a vida de toda uma nova geração de crianças que já nasceram após sua criação. Entretanto, apesar de alguns impactos serem positivos, outros trazem grandes perigos à primeira idade, expondo-os ao risco de abusos e a danos a sua formação educacional. Portanto, é cabível discutir sobre como as diretrizes das redes não são cumpridas e assim o seu uso desregulado pelos jovens os expõe ao assédio e abuso sexual.
Em primeiro plano, ainda que exista toda uma série de normas para o uso das redes sociais, muitas dessas não são cumpridas pelo usuário. Uma vez que, segundo o Blog SMP, 68% das crianças de 11 e 12 anos possuem perfis nesses aplicativos, embora sites como o Twitter e o Facebook terem em suas regras que só é permitido maiores de 13 anos, provando como seu sistema de diretrizes é facilmente burlado. Além disso, a culpa não é somente dos aplicativos, os pais também têm sua parcela, pois se mostram negligentes ao que os filhos acessam na internet, os expondo a grandes perigos.
Consequentemente, esses indivíduos - muitas vezes sem instruções - são desde cedo expostos a esse grande rede de fluxos e informações. Desse modo, ficam à mercê de ataques de pessoas maliciosas, cerca de 9% dos usuários infantis das redes já receberam pedidos de fotos íntimas em conversas nesses aplicativos, além de assédios e conteúdos de abuso sexual, o problema é que muita das vezes eles não sabem o verdadeiro perigo desses atos. Já que, as escolas não possuem uma educação sexual preventiva desde cedo, a fim de alertar a primeira idade sobre esses atos.
Destarte, é notório a necessidade de medidas para solucionar essa problemática. Logo, o Ministério da Educação deve instruir os alunos desde cedo a como identificarem sinais de abuso sexual, por meio de uma disciplina específica que os ensine o básico sobre educação sexual, com imagens e alusões a práticas que são consideradas assédio, a fim de fazer que possam identificar e assim os previnir que sofram desse mal, além disso, cabe as grandes corporações das redes sociais reformular a forma de verificação de idade, para impedir que jovens burlem esse sistema. Para, somente assim, as tecnologias digitais impactarem apenas de forma positiva a formação e vida das crianças.