ENEM PPL 2019 - Combate ao uso indiscriminado das tecnologias digitais de informação por crianças

Enviada em 19/01/2021

Na Constituição federal de 1988 é garantida a saúde. Entretanto, no limiar do século XXI, ainda há um estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira. Sob tal ótica, esse cenário é resultado da carência de investimentos do Ministério da Saúde juntamente com o desconhecimento da população sobre a gravidade da situação.

De acordo com Thomas Hobbes, filósofo iluminista, cabe ao Estado garantir o bem-estar social. Nesse sentido, o dinheiro público direcionado ao Ministério da Saúde para ampliar a contratação de psicólogos, psiquiatras e a criação de mais programas voltados à saúde psíquica da população não é suficiente. Consequentemente, os cidadãos brasileiros por não terem o apoio profissional, sentem-se deslocados da sociedade, já que muitas vezes, seus problemas são vistos como algo sem importância.       Outrossim, o desconhecimento da população sobre a gravidade da situação é decisiva para a ocorrência dessa problemática. Nessa perspectiva, de acordo com os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) cerca de 12 milhões de brasileiros têm depressão. Por consequência disso, apesar dos números altíssimos, o tema sobre doenças mentais é pouco debatido nas escolas e com as famílias, fazendo com que desinformados não auxiliem indivíduos da maneira correta.

Em suma, são indispensáveis medidas que atenuem essa contrariedade. Logo, faz-se necessário que o Ministério da Saúde com o apoio do Ministério da Educação criem projetos educativos para tratar sobre a saúde mental, com palestras, por meio da contratação de profissionais para esse trabalho, em escolas e outros espaços públicos, para que toda a população seja ensinada. Dessa forma, o direito a saúde será realmente garantido como é dito na Carta Magna.