ENEM PPL 2019 - Combate ao uso indiscriminado das tecnologias digitais de informação por crianças
Enviada em 10/09/2021
De acordo com a Constituição Brasileira de 1988: todo cidadão tem direito a uma vida plena. No entanto, as crianças que abusam do uso de tecnologias, estão aberta para o desenvolvimento de problemas psicológicos. Nesse contexto, é possível inferir a facilidade de acesso a dados na internet e a supervisão dos responsáveis como possíveis causas do combate ao uso insdiscriminado das tecnologias digitais de informação por crianças.
Nesse cenário, consoante a primeira Lei de Newton, um corpo tende a permanecer em repouso até que uma força externa aja sobre ele. Paralelo a isso, a internet contem todo tipo de dados, e os usuários que acessam estão expostos a esses dados, visto que o consumo de informações por crianças na internet atrevés de redes sociais é um problema, devido ao fato de que as crianças são inocentes e não sabem a severidade dos problemas que podem ser causados, torna-se indispensável a ação de supervisão. Assim, é necessária a ação de uma força externa para romper o sistema de consumo de dados por crianças.
Ademais, de acordo com a terceira Lei de Newton, a toda ação corresponde uma reação de mesma força, direção e sentido contrário. Logo, a ação de supervisão dos responsáveis sobre as crianças, visando a diminuição dos problemas relacionados ao consumo de dados na internet, faz com que as crianças tenham um retorno positivo, uma vez que se desligam das tecnologias, fortalecendo o seu desenvolvimento e a produção de hormônios. Desse modo, é essencial um maior reconhecimento dos responsáveis sobre o combate ao consumo indiscriminado das tecnologias e o quão positiva pode ser essa prática para as crianças.
Destarte, fica evidente que o uso incontrolado de tecnologias digitais de informação por crianças é uma prática negativa a ser combatida. Em vista disso, cabe ao Governo Federal, órgão de maior poder, realizar por meio de campanhas, por intermédio de redes sociais, o quão negativo é o consumo exagerado de tecnologiais para crianças, a fim de diminuir os problemas de saúde relacionados a essa prática, e aumentar o número de responsáveis que supervisionam as crianças na internet. Somente assim, as crianças iriam se desenvolver saudáveis, tornando possível o acesso ao que rege a Constituição de 1988.