ENEM PPL 2019 - Combate ao uso indiscriminado das tecnologias digitais de informação por crianças
Enviada em 10/05/2022
De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), todos os infantes têm o direito à convivência social e à plena liberdade. Contrário a essa norma, percebe-se que essas garantias não estão sendo efetivadas, visto que o uso indiscriminado das tecnologias digitais de informação representa uma barreira para a concretização desses direitos. Desse modo, tornam-se necessárias medidas que visem a combater a gênese desse problema, bem como seus efeitos na saúde dos ‘‘pequenos’’.
Primeiramente, é fundamental compreender as causas do uso exacerbado das novas tecnologias pelos jovens. Segundo o site de notícias G1, na última década, houve um grande aumento na disponibilidade de aparelhos eletrônicos e, consequentemente, no uso deles. Com efeito, isso se reflete nas crianças e adolescentes, que preferem ficar nas redes sociais e nos jogos eletrônicos a realizar brincadeiras ao ar livre, o que pode ser muito danoso para a saúde deles. Assim, nota-se que medidas para sanar essa problemática e seus desdobramentos são imprescindíveis.
Além disso, é preciso elucidar os graves efeitos que o abuso das tecnologias digitais por crianças causa. Sob essa ótica, consoante o Portal Drauzio Varella, esse uso desmedido gera sérias complicações físicas e comportamentais para os mais novos. Nesse sentido, problemas como sedentarismo, obesidade, hábitos agressivos e antipáticos são evidenciados nessas crianças, o que corresponde a um impedimento às garantias presentes no ECA. Logo, ressalta-se ainda mais que ações para amenizar esse empecilho e para proteger os infantes são indispensáveis.
Portanto, é necessário que o Ministério da Educação, em consonância com a família, base da sociedade, promova campanhas informativas, por meio da verba pública e nas escolas, que objetivem a conscientização dos pais a respeito do uso demasiado das novas tecnologias de informação, para que estes possam cuidar e controlar melhor seus filhos. Dessa forma, essa problemática, que tanto afeta os mais novos, será amenizada, e o Estatuto da Criança e do Adolescente será melhor efetivado.