ENEM PPL 2019 - Combate ao uso indiscriminado das tecnologias digitais de informação por crianças

Enviada em 07/05/2024

É notório afirmar que a Constituição Federal, de 1988, visa garantir os direitos de todos os cidadãos brasileiros, conforme prevê o artigo 6°. Entretanto, em pleno século XXI, observa-se que, na questão do combate ao uso indiscriminado das tecnologias digitais de informação por crianças, ela não é bem aplicada, a qual gera inúmeros problemas para a sociedade. Logo, é indispensável o debate sobre isso, com o foco em compreender as causas, analisar as consequências e buscar pesperctivas que garantem a melhoria para essa parcela da população afetada.

Diante disso, nota-se a importância de que haja um esforço conjunto entre pais, educadores e a sociedade para estabelecer limites saudáveis. 86% das crianças e adolescentes usam a internet diariamente ; especificamente, aqueles que tem até 12 anos - 80% - acessam a internet no mínimo uma vez por dia, de acordo com uma pesquisa nacional realizada em 2020, pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania do Brasil. Isso ressalta a importância de uma intervenção consciente e regulada no uso das tecnologias digitais por esse público, visto que isso aumentou durante a pandemia de Covid-19.

Ademais, observa - se que, além da regulamentação e a fiscalização de plataformas digitais - garantindo que não haja violação dos direitos das crianças - a proteção da infância no ambiente virtual é um direito humano que também deve ser preservado. Além disso, a inclusão de disciplinas escolares que abordem a educação digital pode promover o uso consciente e responsável das tecnologias, bem como a criação de um ambiente de diálogo sobre os riscos e benefícios do mundo digital é essencial.

Portanto, torna-se evidente que são fundamentais as criações de alternativas visando amenizar o impasse citado. Para isso, os interlocutores da informação - noticiários, televisores, canais de imprensa e outras plataformas - devem promover a relevância sobre o uso indiscriminado das tecnologias digitais de informação pelas crianças, por meio de vídeos e debates com especialistas na área. Isso com a finalidade de chegar em um comum acordo. A partir da solução desse problema, o Brasil poderá ser, de fato, uma nação livre, justa e solidária.