ENEM PPL 2019 - Combate ao uso indiscriminado das tecnologias digitais de informação por crianças

Enviada em 14/05/2024

Na musica desconstrução, de Tiago Iorc, é exposto a vida de uma mulher que vive dus vidas totalmente diferentes, uma dentro de seu smartphone e outra, bem mais retraída, fora dele. Dessa forma, é possível relacionar que muitas crianças fazem o uso de tecnologias digitais sem nenhuma segurança e limitação, sendo livres para acessar e compartilhar qualquer conteúdo. Nessa perspectiva, faz – se necessária a análise dos fatores que contribuem para a problemática, como os limites mais rigorosos para uso de tela, e as negligências por parte do governo.

Neste aspecto, a utilização de tecnologias de comunicação no dia a dia, facilitou a prática de muitas atividades, no entanto, a utilização inadequada desses veículos digitais resultam em vários riscos, principalmente, para as crianças. Sob esse viés, é notável os aspectos negativos presentes no uso indevido das tecnologias, como dependência desses dispositivos, e ambém problemas de saúde, como diabetes e obesidade, já que não são monitorados e nem controlados por seus responsáveis que veem tais atitudes como normais.

Ademais, destaca-se que mesmo existindo medidas governamentais que garantam a proteção, respeito e a privacidade, como o Estatuto da Criança e do Adolescente e a Constituição de 1988, as crianças não acabam estando longe de perigos, muito pelo contrário, com a falta de fiscalização por parte do governo e por parte das plataformas de redes sociais, muitas contas fakes são criadas, assim facilitando o compratilhamento de informações.

Diante do que foi exposto, se faz imprescindível uma ação de fiscalização por parte do governo do estado, juntamente com o estatuto da criança e do adolescente, assim como o ministério da educação, além de acordos com as empresas donas das plataformas digitais, com o objetivo de mitigar a criação de contas fakes e o acesso a crianças abaixo da faixa etária definida. Assim o estado estará cumprindo com o seu “Contrato social”, como afirma Jhon Locke.