ENEM PPL 2019 - Combate ao uso indiscriminado das tecnologias digitais de informação por crianças

Enviada em 11/05/2024

Os números da pesquisa “Consulta Brasil” feito pela Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (SNDCA), do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), apontou que 66% das crianças declararam ter começado a usar redes sociais antes dos 12 anos, inclusive mentindo sobre a idade para ter acesso a um perfil. É evidente que o uso exessivo das tecnologias digitais tem afetado milhões de crianças e adolescentes, causando problemas que vão além do alto uso e afetando também o cérebro dos jovens e a capacidade cognitiva dos mesmos.

Além de afetar o cérebro e a capacidade cognitiva dos jovens e adolescentes, este problema se inicia ainda quando a criança é um bebê, com vídeos na tela do celular ou tablet e consequentemente se inicia os primeiros contatos com as tecnologia digitais e é infatizado pelo médico Rodrigo Machado, do Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo que diz “Quando os pais fornecem à criança um vídeo no celular ou no tablet, isso ativa as vias de processamento cerebral que são predominantemente passivas”.

Apesar dos celulares, tablets e computadores terem seus benefícios como: uma forma de aprender algo novo e estudar, o excesso de horas com médi de 5,7 por dia, afera a visão dos jovens que apresentam olhos secos e miopia mesmo em fases iniciais da vida. Ainda que não seja certeza o uso de óculos, é fato de que acelera o tempo que seria necessário usar e pela mesma razão acaba desencadenado disturbios de sono onde causa fobias segundo Silva, professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), “Temos a síndrome do toque fantasma, quando a pessoa sempre acha que o celular está tocando, e a ‘nomofobia’, que vem de ‘no mobile’ fobia, o medo de sair sem o celular”, descreve.

Portanto, ações que busquem mitigar o problema abordado seriam a inplementação de programas de educação digital, com programas curriculares que ensinem obre segurança digtal e parcerias com profissionais em segurança cibernética, sendo conduzido pelo Ministério Público junto ao Ministério da Educação.