Ensino domiciliar em questão no Brasil
Enviada em 14/09/2019
Na antiguidade, acesso à educação era um privilégio apenas dos filhos de nobres e ricos, para que a desigualdade prevalecesse de forma que os mais ricos evoluíssem e os mais pobres estivessem fadados à servidão. Hodiernamente, embora muitos frequentem as escolas, precisam enfrentar dificuldades de deslocamento, infra-estrutura desqualificada, bullying ou ansiedade, tais quais, teriam a educação à domicílio como uma solução.
Ademais, das vantagens da educação domiciliar, nota-se a flexibilidade de horário e a necessidade do desenvolvimento de uma rotina de estudo. No Brasil, enfrenta-se uma realidade na qual milhões de jovens não conseguem frequentar o âmbito escolar pela necessidade de trabalhar para sustentar a família, sendo a possibilidade de estudar em casa uma oportunidade de acesso à educação.
No entanto, a socialização é fator essencial para o desenvolvimento das crianças e dos adolescentes, uma vez que têm contato com as divergências presentes em sociedade. Além disso, a educação domiciliar pode causar desemprego para muitos professores, visto que, ao aumentar o número de estudantes à distância, diminui-se o número de educadores assalariados em sala de aula.
Portanto, partindo do princípio que a educação domiciliar é vantajosa, porém, deve ser regulamentada corretamente, é necessário que o Ministério da Educação elabore uma prova anual para avaliar os conhecimentos adquiridos pelos estudantes aderentes à educação em casa, havendo uma nota mínima para que possam continuar. Além disso, os jovens precisarão estar vinculados à ONGs para que possam socializar-se e o Governo Federal deve ter como obrigatória a necessidade de contratação de professores que possam atender esses alunos à distância. Desta forma, a educação poderá impactar cada vez mais jovens no Brasil.