Ensino domiciliar em questão no Brasil
Enviada em 06/09/2019
Muito se tem discutido, recentemente, no Brasil, acerca da educação, que é fonte essencial para o desenvolvimento social. À vista disso, pais de jovens preferem que esses tenham aulas domiciliares, pelo fato de ter ocorrido um aumento relevante nos índices de violência dentro das escolas nos últimos anos. Por isso, faz-se necessário a reformulação de alguns setores da sociedade.
É válido ressaltar, primeiramente, que não é de hoje que o país sofre com a falta de organização e segurança nas instituições educativas. Prova disso, foi a chacina realizada no ano de 2019 em Suzano(SP), no qual dois ex-alunos da mesma corporação mataram oito educandos com tiros e machadadas à queima-roupa. Sob essa perspectiva, é plausível que com o transcorrer dos dias essas hostilidades expandam-se de forma intensa e indubitavelmente, impacte na população. Dessa forma, é mister que medidas têm que ser tomadas para dar desfecho a esses impasses.
Consoante dados do jornal Gazeta do Povo, em 2011, cerca de 400 pessoas faziam parte de tal grupo, já em 2016, esse valor emergiu para próximo dos 3500 indivíduos. Além disso, segundo à legislação, crianças entre 6 e 14 anos são obrigadas a ir ao colégio e juntamente a eles, é dever dos responsáveis realizar tal tarefa. Isto posto, é inegável que tudo isso é intensificado devido à selvageria e agressividade dentro das esferas estudantis, no qual é paralelo às moradas brasileiras, haja vista que a tempos passam por apuros com famílias cada vez mais dissociadas.
Em face dos argumentos supracitados, cabe, portanto, ao Governo investir em uma maior capacitação de profissionais de defesa, com treinamentos e equipamentos efetivos e de alta qualidade. Desse modo, coibindo contratempos que possam vir a acontecer de forma repentina e assegurando para os usufruidores uma proteção digna, com objetivo de decrescer o ensino domiciliar. Dessa maneira, haverá uma pátria forte e com menos danos colaterais.