Ensino domiciliar em questão no Brasil
Enviada em 12/09/2019
Anne Frank, em seu livro, retrata o cotidiano que mantinha durante a Segunda Guerra Mundial, o qual o estudo domiciliar fazia-se presente pelo motivo de que ela era judia e tinha que viver em um esconderijo privada, inclusive, do estudo coletivo. Dessa forma, atualmente, o “homeschooleng” não é ideal para a educação brasileira, uma vez que esse método contribui para o aumento da individualidade do estudante, no qual prejudica sua socialização, além de não ter um eficiente resultado pedagógico e didático como o das escola. Portanto, é preocupante a situação do Governo de não tomar as medidas cabíveis de conclusão de que é a escola o ambiente ideal para a aprendizagem.
Cabe destacar, em primeira análise, que de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), estes tem direito a educação, tendo em vista o desenvolvimento e o preparo para a atividade da cidadania e qualificação do trabalho. Nesse viés, é sabido afirmar que a educação familiar não proporciona esse desenvolvimento para o ser, visto que um dos fatores de que é a escola a colaboradora para com isso é o motivo de o espaço escolar, como segundo ambiente social para a criança, propicia maior interação e socialização entre os estudantes, contrario ao domiciliar e assim a criança passa a ter um preparo para a vida social. Consequentemente, quando é implantado a educação em domicílio, o aluno passa a não ter contato com a pluralidade e diferenças e dessa maneira dificulta sua vida em sociedade no futuro.
Em segunda análise, é válido destacar o que afirma Pitágoras, que é necessário educar as crianças para que não seja preciso castigar os homens. Nesse sentido, é indispensável uma boa qualidade de ensino, o qual é encontrada nas escolas, pois é evidente que nelas encontram-se profissionais que fornecem uma pedagogia e didática essencial a um conhecimento de qualidade. Porquanto, no Brasil, o STF considerou o estudo em domicílio como uma alternativa ilegal de educar-se os filhos, por haver falta de regulamentação para a prática. Por conseguinte, ao se adotar essa ideia, o estudante não tem uma aprendizado ideal, já que a pedagogia e a didática é própria da escoa.
Com isso, entende-se, portanto, que não é viável, nas terras tupiniquins e não contribui para a aprendizagem do aprendiz essa alternativa de estudo. Por isso, é necessário que Estado, por meio do Poder Legislativo, por este elaborar as leis, faça uma manutenção na legislação da base educacional, para que continue sendo a escola a maior responsável pela educação, no sentido de socializar o conhecimento. Isso deve, principalmente, as crianças, por estarem na fase de formação e os aprendizados nessa etapa serem fundamentais para a fase adulta. Dessa forma, esses problemas serão amenizados no país e o pensamento de Pitágoras se fará presente.