Ensino domiciliar em questão no Brasil

Enviada em 12/09/2019

No período em que, a família real portuguesa viveu no Brasil foram construídas as primeiras faculdades do país, ou seja, o primeiro interesse pela educação da sociedade. Entretanto, hodiernamente a evasão escolar é cada vez mais frequente com isso, eclode o ensino domiciliar. Em virtude desse quadro vigente, surge a falta de socialização, bem como a falta de tempo.

Em uma primeira análise, segundo o filosofo Immanuel Kant ‘‘o ser humano é aquilo que a educação faz dele’’. Desse modo, a educação é a base do ser humano e uma má educação pode ocasionar diversos problemas. Tal fato, pode ser exemplificado, nos problemas de socialização devido a falta do convívio social na escola. Nesse ocorrido, o ser humano terá fobias sociais dificultando o contato com a sociedade, por exemplo, o ingresso no mercado de trabalho. Sendo assim, o estudo domiciliar pode prejudicar o futuro da sociedade.

Em última análise, a falta de tempo dos indivíduos é um empecilho. Por esse raciocínio, a falta de tempo dos pais dificulta a inclusão do ensino domiciliar. Tal acontecimento pode ser  ratificado, por exemplo, nas horas de jornada de trabalho dos brasileiros dado que, são oito horas diárias. No qual, sobra pouco tempo para dedicar a um ensino domiciliar além disso, existem os demais afazeres domésticos. Portanto, o ensino domiciliar exige muito e ainda pode causar problemas para o futuro da criança.

Diante do exposto, medidas são necessárias para amenizar esse problema. Cabe ao Ministério da Educação, órgão de grande influência entre crianças e jovens, criar um projeto para ser desenvolvido nas escolas. De maneira que, promova uma melhor convivência no ambiente escolar por meio de disciplinas extracurriculares, por exemplo, clubes de teatro, ouvidorias de reclamações dos alunos e pais organizadas pelos próprios alunos. A fim de que, não seja necessário um ensino domiciliar por conseguinte, conscientizem-se. Dessa forma, a participação será melhor e os futuros adultos serão bons cidadãos.