Ensino domiciliar em questão no Brasil

Enviada em 05/10/2019

Na obra “Extraordinário”, de R.J.Palacio, é retratada a vida do jovem August, portador de uma doença genética que deformou seu rosto. Nesse sentido, para não sofrer bullying escolar, sua mãe optou por educar seu filho em casa. Hodiernamente, indo além do fictício, o ensino domiciliar ainda é um desafio no Brasil, afinal, tal medida não é legalizada. Diante disso, é necessário modificar tal contexto, a fim de garantir os benefícios do ensino doméstico à sociedade,tal como, o desenvolvimento empreendedor.

Em primeira análise, o ensino domiciliar garante a formação empreendedora dos jovens. A partir disso, cabe-se analisar o livro “Pai rico, Pai pobre” , que demonstra com clareza a necessidade dos  pais na construção de um indivíduo empreendedor. Dessa forma, infere-se que a legalização do ensino doméstico proporcionaria uma sociedade mais bem sucedida. Faz-se imprescindível, portanto, a distinção dessa conjuntura vigente.

Ademais, é dever do estado brasileiro,prescrito na constituição, garantir a educação de toda a sociedade. Segundo uma pesquisa da ANED( Associação Nacional do Ensino Domiciliar), cerca de 7,5 mil famílias optam pelo ensino em casa. É indiscutível contrariar-se ao fato de que, essas famílias não recebem a qualidade educacional que desejam. Portanto, é necessário que o governo brasileiro modifique essa estrutura.

Destarte, é evidente que o ensino domiciliar deve ser legalizado no Brasil. Desse modo, o ministério da justiça deve garantir a legalização desse, por meio de uma emenda Constitucional, ou seja, a modificação da constituição de 1988, a fim de garantir que as 7,5 mil famílias eduquem-se como desejam. Com isso aplicado, casos como o de August não seriam um problema no país.