Ensino domiciliar em questão no Brasil
Enviada em 08/10/2019
Na obra “Extraordinário”, de R.J.Palacio, é retratada a vida do jovem August, portador de uma doença genética que deformou seu rosto. Nesse sentido, para não sofrer bullying escolar, sua mãe optou por educar seu filho em casa. Hodiernamente, no Brasil, o ensino domiciliar ainda é um desafio, afinal, tal medida não é legalizada. Diante disso, é necessário modificar tal contexto, a fim de garantir os benefícios do ensino doméstico à sociedade, tal como, o desenvolvimento empreendedor.
Em primeira análise, o ensino domiciliar garante a formação empreendedora dos jovens. A partir disso, cabe-se analisar o livro “Pai rico, Pai pobre”, que demonstra com clareza a necessidade dos pais na construção de um indivíduo empreendedor. Dessa forma, infere-se que a legalização do ensino doméstico proporcionaria uma sociedade mais bem sucedida. Faz-se imprescindível, portanto, a distinção dessa conjuntura vigente.
Ademais, é dever do estado brasileiro, prescrito na constituição, garantir a educação de toda a sociedade. Segundo uma pesquisa da ANED( Associação Nacional do Ensino Domiciliar), cerca de 7,5 mil famílias optam pelo ensino em casa. É indiscutível contrariar-se ao fato de que, mediante o descrito, essas famílias não recebem a qualidade educacional que desejam. Portanto, é necessário que o governo brasileiro modifique essa estrutura.
Destarte, é evidente a necessidade do ensino domiciliar no contexto brasileiro. Dessa maneira, a ANED deve estabelecer diversas campanhas em prol da legalização do ensino doméstico, por meio de comerciais na rede televisiva e na internet ,a fim de que o governo brasileiro perceba a demanda e legalize o ensino domiciliar na sociedade. Outrossim , é essencial que as campanhas tenham enfoque nacional , para que o processo seja ágil e efetivo. Com isso aplicado , assim como foi relatado em Pai rico, Pai pobre, o empreendedorismo brasileiro chegará ao ápice.