Ensino domiciliar em questão no Brasil
Enviada em 13/04/2020
A padronização da educação
O modo e ensino vem se evoluindo com o tempo, e, atualmente, dividiu-se em dois partidos: ensino presencial e ensino a distância. Os dois métodos possuem seus prós e contras. Porém, o mais complexo é o ensino a distância, pois esse método requer-se muita disciplina e este torna-se uma barreira para a comunicação do aluno com o mundo a fora. Por isso, deve-se estabelecer um plano pedagógico claro em relação à educação domiciliar.
Quando falamos sobre ensino em casa, muitas vezes, causam conflitos. Pois, no Brasil, não se tem uma padronização do ensino que garanta a qualidade de aprendizagem em casa seja melhor ou igual ao das escolas. Porque, muitas lições que aprendemos são ensinadas indiretamente no ambiente do colégio e esse ambiente não é possível de ser reproduzidas no domicílio. Por exemplo, como comunicar-se apropriadamente com pessoas, e como resolver os problemas sem ajuda dos pais, que são essenciais para evitar a exclusão social que Zygmunt Bauman dizia. Logo, vários elementos proporcionados pela escola, não são possíveis de serem totalmente sintetizada em casa.
Certamente, outro problema que sobe à tona, em relação à educação domiciliar é: como saber se as avaliações das matérias são verídicas ou não, e como garantir que não há fraude de diplomas. No entanto, o ensino domiciliar possui seus pontos positivos. Tal como, ela oferece um aprendizado mais personalizado, ou seja, o aluno consegue entender a matéria no seu ritmo. Desse modo, a probabilidade do estudante ter uma base de ensino muito boa é alta. Sendo fundamental para o posterior aprofundamento. Já que, o homem não é nada além daquilo que a educação fez ele, como dizia Immanuel Kant.
Portanto, o Ministério da Educação deve criar um plano pedagógico que garanta uma padronização do ensino domiciliar, como obrigando esse alunos a participarem de eventos para praticar a comunicação entre as pessoas e criar exames nacionais para todas as séries escolares para que todos os que têm educação domiciliar possam provar que estão estudando. Assim, pode-se garantir que a educação domiciliar e das escolas tenham a mesma qualidade.