Ensino domiciliar em questão no Brasil

Enviada em 23/05/2020

O ex-presidente da África, Nelson Mandela, dizia que a educação é a única arma que pode mudar o mundo. Indubitavelmente, todo armamento possui métodos distintos ao ser utilizado e, analogamente, o modelo educacional também, visto que, o ensino domiciliar, como exemplo, é o uso em questão no Brasil. Entretanto, cabe ressaltar a desqualificação profissional da maioria dos responsáveis, a qual limita o conhecimento e interação sociocultural dos filhos.

Primordialmente, Sócrates, por meio do seu método dialético, ampliava a sabedoria dos moradores da capital da Grécia, no espaço público. Deste modo, representado pela filosofia, possibilitou, futuramente, o surgimento de muitos discípulos, como Platão, que concretizaram a competência disciplinar do seu mestre. Logo, é lúcido a importância da especialização na base curricular de um indivíduo e, por isso, cabe aos pais refletirem se estão aptos à realizarem o ótimo ensino.

Por conseguinte, o produto da reação entre a falta de qualificação  e a restrição do convívio social é a limitação do repertório interdisciplinar. Immanuel Kant, filósofo moderno, já questionava: “Sabedoria é vida organizada”. Ou seja, uma mente carregada com informações corretas e necessárias é a chave que irá gerar um grande potencial para a pessoa e o país.

Infere-se, portanto, a importância de ensinadores, como Sócrates na antiguidade. Destarte, cabe ao Ministério da Educação, em parceria com o Poder Legislativo, elaborar leis que realizem a aplicação de provas semestralmente, por meio de especialistas diplomados, aos praticantes do ensino domiciliar, a fim de conferir a competência do responsável em relação ao crescimento da bagagem sociocultural do filho. No mais, será um grande avanço para o país no ramo educacional.