Ensino domiciliar em questão no Brasil

Enviada em 05/06/2020

O nome coronavírus vem sendo ouvido frequentemente por todos dês do início de seu surto em dezembro do ano passado na China. A COVID-19 é  uma doença infecciosa  de rápida  reprodução, pelo fato de que  pode-se ser infectado ao inalar o vírus se estiver próximo de alguém que esteja contaminado, ou ao tocar em uma superfície contaminada e, em seguida, passar as mãos nos olhos, no nariz ou na boca, tornou-se necessário o distanciamento social. Já fazem cerca de dois meses que estamos em isolamento social, fecharam lugares de culto religioso, academias, parques, lugares de comércio não essencial e as escolas.

Logo a suspensão das aulas necessitou de uma solução  para manter a aprendizagem dos alunos nos tempos de pandemia. No Brasil, as respostas quanto a suspensão das escolas tem sido diferente em cada rede ou escola. Algumas decidiram antecipar as férias e preparem-se para estruturar ensino à distância, sendo pela TV, pela internet, ou também adaptando trabalhos escolares escritos para aqueles que não têm acesso à tecnologia; outras instituições já estão, em diferentes graus e utilizando diferentes métodos, produzindo conteúdo e enviando tarefas e aulas para os alunos fazerem de casa.

Por conta da pandemia, o Ministério da Educação permitiu que as escolas não cumprissem os 200 dias letivos previstos em lei, porém devem ser mantidas as 800 horas de aula obrigatórias para a educação básica. Uma das grandes dificuldades, ou, talvez até mesmo uma das maiores  dificuldades, tanto no Brasil, quanto nos demais países, está sendo a situação na qual professores, pais, e em alguns casos, até mesmo os alunos  não sabem utilizar  a tecnologia. Isso é novo e complexo para quem trabalha com educação básica nas escolas públicas e particulares.

Apesar das dificuldades podemos olhar por um lado bom, este é um momento de mudança, de repensar os modelos de ensino para adequar as escolas a uma realidade diferenciada, vamos poder aprender para aperfeiçoar a educação quando voltarmos aos tempos normais.