Ensino domiciliar em questão no Brasil

Enviada em 10/07/2020

A Internet foi criada nos Estados Unidos em 1969 e foi chamada de Arpanet, ela tem a função de conectar-se a laboratórios de pesquisa e uni-los por meio de uma rede. Naquela época, o mundo vivia o auge da Guerra Fria, somente 1982 que o uso do Arpanet foi desenvolvido no campo acadêmico. Atualmente, podemos mencionar que os métodos de ensino da EAD brasileira estão aumentando a cada dia, mas ainda existem desvantagens que tornam esse método de ensino não tão eficaz quanto o presencial.

Primeiro, é necessário enfatizar as mudanças no rápido desenvolvimento da tecnologia da informação refletidas na educação a distância, o que exige que toda a equipe de professores e alunos mude os hábitos tradicionais. De fato, de acordo com dados do Ministério da Educação, entre 2003 e 2013, 3,3 milhões de estudantes estavam matriculados no ensino superior, dos quais um terço eram cursos de graduação em educação a distância, uma parte importante da rede privada ensino. Isso ocorre porque os cursos à distância oferecem taxas mais acessíveis, horários mais flexíveis e a possibilidade de estudar em qualquer lugar. Portanto, o público-alvo costuma ser o adulto, que possui os recursos necessários para se adaptar à nova tecnologia dos cursos à distância.

Observa-se, então, que no caso de uma pandemia na qual a o uso da educação a distância de emergência, percebe-se que a maioria da população brasileira não pode utilizar a Internet e os meios digitais necessários. Segundo o IBGE, ainda havia 45,9 milhões de brasileiros sem acesso à Internet em 2018. Esse número representa 25,3% da população com 10 anos ou mais. Vale ressaltar que o Brasil não possui políticas públicas para investir na educação básica, essa falta política públicas básicas impedem essas pessoas de acessar a Internet e equipamentos técnicos.

Portanto, fica claro que é preciso tomar medidas para aliviar os desafios da educação a distância no Brasil. Para esse fim, o Ministério da Educação deve trabalhar com o governo para fornecer padrões aprimorados e investir em recursos de implementação para tornar a educação a distância mais acessível e eficaz. Esse objetivo pode ser alcançado incorporando-o à Lei de Diretrizes Orçamentárias e analisando os impostos a serem usados como fundos para ajustes de recursos técnicos em instituições de ensino básico. Além disso, o governo federal tem a responsabilidade de promover o estabelecimento de um padrão para o estabelecimento de contratos de rede fixa ou móvel de baixo custo, para todos os 25,3% dos brasileiros que não podem acessar a Internet.