Ensino domiciliar em questão no Brasil

Enviada em 10/07/2020

No ano de 2020, iniciou-se na China uma doença chamada coronavírus que se alastrou por todos os continentes, iniciando uma pandemia mundial. Em decorrência disso, os alunos tiveram que se afastar das escolas fazendo os deveres em suas residências, porém as atividades domiciliares não possuem a mesma efetividade que as aulas presenciais.

Cabe pontuar que muitas pessoas optam por fazer o ensino a distância pensando que pode ser mais fácil pelo fato do professor não estar tão presente, mas esse modelo de ensino acaba sendo mais difícil porque o aluno necessita de conflitos em seu cotidiano, contato com opiniões diferentes para que o pensamento lógico e científico se desenvolva, além da interação social. Segundo uma pesquisa feita pelo Inep (órgão do Ministério da Educação), em 2018, o Brasil teve 990 mil formandos universitários no ensino presencial, menos da metade da quantidade (2 milhões) de alunos que se matricularam em universidades presenciais naquele mesmo ano. No ensino à distância, isso cai para um quinto, ou seja, houve apenas 274 mil alunos formandos, em comparação com os 1,3 milhões que se matricularam no mesmo ano.

Contudo, nesse período de quarentena os professores das escolas devem promover atividades de aulas online para que haja uma conversação e trocas de ideias entre os estudantes, e professores dispostos a responderem perguntas em um plantão de aulas, além de promoverem videoconferências para não se sentirem isolados e manterem o convívio social mesmo à distância.