Ensino domiciliar em questão no Brasil
Enviada em 25/09/2020
A escola artística barroca procurava aproximar os opostos.Assim,o espirito contraditório da época que se dividiu entre as influências do Renascimento e da religiosidade foi registrado pelos artistas de tal corrente.A partir desse pressuposto,é clarividente a necessidade de analisar o cenário da educação domiciliar através do ideário barroco,uma vez que é necessário compreender suas diferentes concepções divergentes.Com efeito,seja pela otimização de tarefas e rotinas,seja pelo comodismo docente e discente essa realidade paradoxal se mantém.Logo,afim de democratizar o ensino e superar o senso comum,é necessário analisar e buscar meios para superar esse panorama.
A priori,é valido destacar a otimização de tarefas e rotinas como fator norteador dessa realidade.Sob esse viés,Arthur Schopenhauer,filósofo Alemão,afirma que os limites do campo de visão de uma pessoa determina seu entendimento a respeito do mundo no qual o cerca.Dessa forma, de maneira análoga,é notório a relação histórica de negligência no âmbito educacional-o qual se mantém em constante evolução mediante ensino residencial-,com o pensamento do autor,uma vez que é reflexo do convívio coletivo.Em consequência disso a melhoria no sistema de ensino e aprendizagem que por sua vez poder-se-á adequar-se ao quadro de tarefas do individuo,tendo como resultado a adequação pessoal e intelectual do presente estudante em questão.Portanto,de modo semelhante,a realidade posposta pela escola artística,promovendo a união de opostos e a manutenção do bem-estar familiar-educacional.
A posteriori,o presente comodismo emitido pelo docente e discente é agente promotor dessa questão.Sob esse espectro,Michel Foucault,afirma que o individuo,é aquém de sua capacidade de deliberar livremente,geralmente de maneira imperceptível,logo,consensual,age de acordo com as normas sociais subjetivadas.Desse modo,o prejuízo nas relações interpessuais-refletido em um cenário trivial ocasionando a formação de bolhas socioculturais-são determinantes para a construção desse infortúnio na teia social.Exemplifica tal fato a teoria do desenvolvimento moral de Jean Piaget,a qual explicita a educação e interação interpessoal como fator essencial para o desenvolvimento moral.Em suma, para romper a normalização coletiva é necessário buscar autonomia intelectual pessoal.
Destarte,faz-se mister lançar ações para fomentar a homeostase do corpo social.Portanto, é dever do Poder Executivo, sobretudo na voz das prefeituras aliado ao Ministério da Educação promover uma ampliação concreta na formação de profissionais domiciliares,por meio de capacitações municipais,o qual será possibilitado por uma reavaliação e estruturação do quadro estudantil,com vistas a inclusão nas relações interpessoais superando o celeuma presente nas bolhas sociais.Ademais,deve-se itensificar o papel familiar na formação das tarefas.Assim,aproximando opostos como no ideario barroco