Ensino técnico: desafios e impactos no Brasil

Enviada em 05/06/2020

A Constituição Federal de 1988 enuncia a educação como direito de todos, dever do estado, da família e forma de garantir a realização plena do ser humano na sociedade. Dessa maneira, com o objetivo de concretizar esse processo, surge o ensino técnico, preparando o indivíduo para o âmbito profissional. No entanto, esta formação apresenta inúmeros desafios na sua formação. Nesse contexto, deve-se analisar tal quadro, intrinsecamente ligado à entrada mais rápida no mercado de trabalho e à falta de mão de obra qualificada.

Primeiramente, observa-se que o ensino técnico oportuniza um engajamento mais acelerado no mercado profissional. Isso se deve ao fato deste ser mais acessível em relação ao valor dos outros cursos e por oferecer um aprendizado mais rápido, prático e especifico, voltado diretamente para a área desejada. Sendo assim, não é mais preciso ingressar necessariamente num ensino superior para ter garantia de empregabilidade, boa remuneração e qualificação.

Em segunda instância, é importante destacar que, com o mais recente processo de industrialização, pautado na indústria 4.0, é cada vez mais comum a busca por pessoas qualificadas. Em resumo, esse processo de aptidão profissional começou no século XVIII, com o advento da primeira revolução industrial, e nunca mais parou. Assim, atualmente, é evidente que os postos de trabalho, principalmente os voltados para produzir bens de consumo duráveis, está diretamente relacionado com esses serviços. Por conseguinte, diversos institutos estão ofertando e garantindo a propagação dessa educação.

Torna-se evidente, portanto, que medidas são necessárias para propor melhorarias na problemática. Em razão disso, o Ministério da Educação deve incentivar essa modalidade, ampliando os cursos para todas as redes de ensino (estadual, municipal e etc), com o propósito de garantir e expandir as oportunidades de emprego. Só assim, o Brasil alcançará o pleno desenvolvimento que a constituição defende.