Entre a saúde e o preconceito: o problema da obesidade e do sobrepeso no Brasil
Enviada em 20/09/2019
A Primeira Revolução Industrial proporcionou muitos benefícios para a produção de alimentos em grande escala e com fácil acesso pelo público. Entretanto, com essas adesões no mercado, muitos produtos foram sendo consumidos em excesso e, por conseguinte, uma parcela da sociedade alcançou o sobrepeso, o que implicou consequências negativas para sua saúde mental e física.
Primeiro, é importante lembrar como a saúde mental é essencial e facilmente afetada pelo preconceito. Na Canção ‘‘Love On The Brain’’ da conta Rihanna, fala sobre uma mulher obesa que faz o uso de medicamentos, peruca, cinta e muita maquiagem para ir a um encontro, pois entende como uma solução para não sofrer preconceito e ser aceita na sociedade. Sob tal ótica, pode-se observar a imposição de padrões e a exclusão de pessoas, o que é capaz de propagar sérias doenças, como depressão, auto-medicação, compulsão alimentar e síndrome do pânico.
Ademais, segundo o Ministério da Saúde, 1/5 da população lida com o problema da obesidade. Acerca disso, é essencial a participação governamental na implementação de políticas públicas direcionadas à minimização desse dado, através de exercícios físicos e acompanhamento médico, para que nem a saúde mental nem a física sejam comprometidas, já que a falta de cuidados pode ocasionar em doenças como a diabetes e hipertensão.
O Ministério da Saúde, portanto, pode criar políticas de incentivo a hábitos de vida mais saudáveis, por meio do investimento à prática de esportes, acompanhamento nutricional, psiquiátrico e a promoção de campanhas contra a gordofobia, tudo direcionado para a comunidade. Assim, ela poderá viver com respeito, de forma saudável, evitando o preconceito e a propagação de doenças físicas e mentais.