Entre a saúde e o preconceito: o problema da obesidade e do sobrepeso no Brasil
Enviada em 18/02/2020
A partir do governo de Getúlio Vargas em 1930 onde se começou a industrialização, percebe-se uma maior jornada de trabalho o que favorece a uma má alimentação, devido a falta de tempo. Nesse viés, no Brasil atual a má alimentação tem levado até a obesidade, que segundo a OMS (organização mundial da saúde) já atinge 20% dos brasileiros. A falta de tempo tem gerado cada vez mais pessoas optarem por “fast-foods”, o que aumenta a obesidade e riscos a saúde, além de que as pessoas acima do peso sofrem muito preconceito.
Em primeiro plano, as jornadas exaustivas de trabalho corroboram para a busca de praticidade como os “fast-foods”, pois o pouco tempo livre exige uma alimentação rápida.Tal realidade, é confirmada segundo uma pesquisa que afirma que os restaurante de comida rápida cresceram 30% em 2019, o que leva a um fator preocupante: cada vez mais pessoas tem ingerido comidas de baixo valor nutricional, o que gera vários problemas de saúde, tais como: obesidade e problemas cardiovasculares.
Ademais, a gordofobia também tem se tornado um problema sério no Brasil, tal fato pode ser corroborado pela pesquisa do instituto brasileiro de opinião pública 92% dos brasileiros já praticaram a gordofobia. Nesse contexto, o preconceito pode gerar distúrbios alimentares maiores como a anorexia e a bulimia, buscando assim uma aceitação social.
Portanto, deve-se tomar medidas necessárias afim de atenuar a obesidade e a gordofobia no Brasil. Logo, é imperativo que o governo junto aos veículos midiáticos, mobilize por meio de palestras e campanhas sociais as quais atentem para combater a gordofobia. Isso ocorrerá com o intuito de conscientizar a população sobre os riscos de tal preconceito. Ademais cabe ao ministerio da saúde propor intervenções com o objetivo de melhorar a saúde das pessoas obesas, por via de inclusão a um maior acesso aos profissionais nutricionistas, para que haja uma diminuição da obesidade no Brasil.