Entre a saúde e o preconceito: o problema da obesidade e do sobrepeso no Brasil
Enviada em 05/03/2020
Em um mundo movido pelas inovações tecnológicas, a típica frase “a falta de tempo” é citada em diversos momentos da vida do ser humano, que opta por consumir alimentos considerados instantâneos -como é o caso dos famosos “fast foods”- sem proceder as consequências do seu consumo. De fato, a obtenção por alimentos processados ou de brusca ingestão torna-se uma das opções mais decorrentes em domicílio, revelando não somente uma má alimentação, mas também a consequência de um peso excessivo, em conjunto com as dificuldades do cotidiano.
Primeiramente, a produção e o consumo de alimentos altamente calóricos e de baixo valor nutritivo vem aumentando, gerando um enorme acesso populacional que muitas vezes são vinculados pelo marketing industrial. Porém, como conclusão tem-se cerca de mais de 50% da população brasileira está nas faixas de obesidade e sobrepeso, segundo os dados da ABESO. Juntamente, a uma maléfica alimentação encontra-se uma vida sedentária causando o número elevado de indivíduos que estão acima do peso e posteriormente, como efeito vem-se, principalmente, as doenças cardiovasculares e respiratórias.
Por conseguinte, a constante exclusão da mídia em propagandas alimentícias é apresentada por pessoas com o esteriótipo totalmente diferente do seu espectador, em acordo com a inacessibilidade dos meios de transporte é ainda uma causa a ser pautada, já que não possuem uma estrutura capaz de confortar esses indivíduos sem o seu descontentamento. Muitos indivíduos necessitam de fatores que tornam-se decisivos para mudar seu estilo de vida, juntamente com a necessidade de vencer o preconceito imposto pela sociedade.
Portanto, é importante ter em mente que a imposição e relevância da educação alimentar devem ser inseridas desde os primórdios escolares e em postos de saúde para um melhor efeito sobre uma alimentação saudável e práticas de exercícios diariamente, tendo uma necessidade da intervenção do Governo e o Ministério da Saúde nesta orientação. Em contrapartida, a mídia industrial e social -por ser uma grande fonte de informações- devem mostrar e demonstrar a inclusão como ponto para a aceitação do próprio indivíduo quanto da sociedade.