Entre a saúde e o preconceito: o problema da obesidade e do sobrepeso no Brasil

Enviada em 16/03/2020

Nos últimos dez anos, o número de brasileiro obeso aumentou em 60% segundo o Ministério da Saúde. Diante disso, fica evidente, portanto, que os hábitos alimentares de grande oferta calórica e menos atividades físicas nas horas de lazer colaboram para o aumento de graves problemas de saúde e o aumento de casos de preconceitos sofrido por pessoas acima do peso.

É pertinente elencar, de inicio, que a omissão de uma alimentação saudável torna esse quadro ainda mais grave. Conquanto, após a Revolução Industrial, nos seculos xviii e xix, a racionalização e a mecanização dos trabalhos refletiram mudanças no hábitos alimentares, e com isso a alimentação resume-se em produtos industrializados e aos fast-foods, que não são nutritivos e nem saudáveis. De fato, com essa aceleração, crianças e jovens tornaram-se as maiores vitimas, isso porque segundo IBGE, uma em cada três crianças  menores de nove anos estão acima do peso.

Outrossim, outra razão para a existência desse cenário é a falta ou pouca praticas esportivas. Nesse prisma, de acordo com o Dom Bosco, sacerdote italiano, os esportes são os meios eficazes para promover a saúde. Mas, com a era tecnológica, torna-se comum crianças deixarem as brincadeiras de ruas por jogos onlines. Tal fato, tem contribuído tanto para o aparecimento e agravamento da obesidade, junto às doenças como a diabete tipo 2 e o colesterol, quanto para o preconceito sofrido por essas pessoas, dentro de uma sociedade que tem um “modelo ideal” de beleza enraizado.

por tudo isso, é fato que os problemas de saúde e o preconceito consistem em uma realidade para o país. Para isso, cabe às escolas trabalharem em um contexto de reeducação alimentar e campanhas contra o bullying, por meio de palestras com profissionais da saude, como nutricionistas e psicólogos, a fim de começar a tratar o problema desde a base, com conscientização. Desse modo, pode-se-ia minimizar os dados.