Entre a saúde e o preconceito: o problema da obesidade e do sobrepeso no Brasil
Enviada em 23/03/2020
Saúde em risco
A obesidade é um fator comum em todos os países do mundo, e o Brasil não é diferente. A partir do século XXI, a tecnologia fez com que menos pessoas praticassem atividades físicas, e mais delas ficassem em frente à uma tela de computador. Haja vista que a obesidade é um gatilho para a rápida limitação do indivíduo e pode causar problemas cardiovasculares, atividades físicas e alimentação regrada devem ser fatores indispensáveis na sociedade.
Com a chegada e avanço da tecnologia, passar o dia em frente à uma tela de computador se tornou uma ação rotineira. O problema é que muitas pessoas deixaram de se dedicar à saúde, e com isso, de acordo com o site “agenciabrasil.ebc.com.br”, o Brasil se encontra na posição de País mais sedentário da América Latina, com 47% da população ausente de atividades físicas mínimas para se manterem saudáveis. O sedentarismo e obesidade, além de estarem diretamente ligados à rotina do indivíduo, estão também relacionados a má alimentação, que acarreta em problemas como colesterol alto, diabetes, etc.
Haja vista que a obesidade limita o indivíduo, muitas empresas optam por contratar pessoas que estejam no peso ideal justamente por essa limitação, que não está presente em pessoas ativas. Pesquisas feitas em 2017 pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Política mostram que 92% dos brasileiros já praticaram ou presenciaram algum ato de gordofobia. Essa pesquisa mostra que com o aumento do índice de obesidade, aumentaram-se também o índice de preconceito.
Para que esse cenário mude e o índice de gordofobia diminua, a população deve atentar-se à saúde praticando exercícios físicos, se alimentando corretamente, e fazendo exames de rotina, para que não haja problemas de saúde no futuro. Dessa forma, uma vida regrada fará com que a população seja mais sadia no futuro.