Entre a saúde e o preconceito: o problema da obesidade e do sobrepeso no Brasil
Enviada em 14/04/2020
Na Antiguidade com a domesticação dos animais e o desenvolvimento da agricultura, proporcionou aos habitantes da época a produção, o acúmulo de alimentos, além da estabilidade e do sedentarismo. Entretanto, o Brasil apresentou um aumento linear nas taxas de obesidade nos últimos anos, conforme as informações divulgadas pelo Ministério da Saúde ( MS ) e difundidas nos meios midiáticos. Isso se evidencia não só pelos casos de sedentarismo, mas pelos preconceitos que contribuem para o desenvolvimento de distúrbios alimentares. Portando, são necessárias ações estatais e educacionais que modifiquem essa realidade.
A priori, os problemas de sedentarismos vivenciados no país, tal como a rotina estressante, a falta de tempo, além do consumo excessivo, são fatores que corroboram com a obesidade. De maneira análoga, segundo as informações da Organização Mundial da Saúde ( OMS ) o sedentarismo é um dos agentes responsáveis pelo desenvolvimento de doenças crônicas, em outras palavras, diabetes e hipertensão.
Em suma, os preconceitos que são disseminados e alastrados em diferentes âmbitos sociais em relação as pessoas que enfrentam problemas de sobrepeso, tal problemática possibilita o desenvolvimento de problemas emocionais como ansiedade e alimentar. Correlacionado a esses fatos, é valido ressaltar o caso da estudante recifense Daniela Martins, que teve discriminações e comentários depreciativos devido ao seu sobre peso, após a publicação de uma foto nas redes sociais.
As secretarias administrativas regionais em concomitância com os meios midiáticos poderiam promover realizações de campanhas publicitárias acerca dos problemas de sedentarismo, assim como conselhos e incentivos as práticas de atividade fisica, por meio de palestras e atividades de panfletagens em diferentes pontos da cidade, com o intuito de impulsionar e estimular as mudanças comportamentais. Ademais, as instituições de ensino e cultura deveriam propagar não só mensagens e discussões a respeito dos preconceitos disseminados, mas também palestras e atividades pedagógicas quanto ao tema, com a finalidade de reeducar os agressores e respaldar as vítimas.