Entre a saúde e o preconceito: o problema da obesidade e do sobrepeso no Brasil
Enviada em 20/04/2020
Com o aprimoramento da publicidade, as estéticas do suposto corpo perfeito foram se construindo concomitantemente. Por consequência, as pessoas passaram a crer neste mito, já que são influenciadas pelo o que veem, como mostra o G1. Porém, a criação desses estereótipos prejudica diversos indivíduos, os quais, segundo o padrões de beleza impostos, não possuem o biotipo corporal correto. Sendo assim, há uma ampliação constante, nos casos de doenças emocionais, mas também, no preconceito sofrido, por esse grupo.
Indubitavelmente, as pessoas são grandemente influenciadas pelo visual e isso não é exceção quando o assunto é o biotipo corporal. Conforme pesquisas feitas pelo Google Forms, mais de 50% dos entrevistados gostariam de mudar algo em seu corpo, para se parecer com alguém e quando essa mudança não seria possível se sentiam decepcionados. Portanto, esse tipo de estereotipação, contribui significativamente para o aumento de moléstias emocionais.
Ademais, essa grave influência e pressão exercida, na sociedade, provoca a criação de padrões, os quais seguidos fielmente pelo maior número possível de pessoas. Por consequência, indivíduos fora desses padrões são excluídos e tratados de formas arcaicas, como os negros foram tratados em tempos passados, com exclusão social e muita indiferença.
Destarte, o Congresso Nacional deve elaborar leis, nas quais haja uma reserva para pessoas fora dos padrões criados, nas companhias de publicidade, intentando a diversidade e destruição do monopólio da perfeição corporal; por consequência, reduzindo o número de indivíduos afetados por doenças emocionais. Outrossim, o Governo Federal tem o dever de conscientizar, por meio de propagandas e outros meios persuasivos, a sociedade, sobre o errôneo ato do preconceito; mas também, enrijecer a pena para esse crime. Dessa forma, haverá uma redução progressiva desse problema,no Brasil.