Entre a saúde e o preconceito: o problema da obesidade e do sobrepeso no Brasil

Enviada em 10/05/2020

Obesidade é um mal que precisa ser entendido

“Wall-e” é um filme produzido pela Disney que retrata a sociedade do futuro. Em uma cena desse filme, motra pessoas acima do peso devido ao “sedentarismo”, falta de exercícios físicos e a carência de uma boa instrução alimentar. Não muito longe da ficção, atualmente, a obesidade é um problema que afeta grande parte da população brasileira. Por isso, torna-se necessário mencionar assuntos como a falta de educação alimentar nas escolas para combater tais problemas nutricionais.

A princípio, a ausência de instruções alimentares nas instituições de ensino impactam no crescimento saudável dos jovens. Segundo pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde, entre os anos de 2006 e 2016, a taxa de obesidade nos jovens dobraram, passando de 4,4% para, aproximadamente, 8,5%. Isso é decorrente da falta de ensinos nutricionais nas escolas, que traz, como consequência, a carência de conhecimentos básicos como prevenção de tal doença, impactando na futura saúde da sociedade. Dessa forma, as instituições mostram a incapacidade para tratar esse problema que afeta no futuro da população como um todo.

Além disso, as aulas de “Educação Física” nas instituições de ensino focam apenas na prática do esporte, deixando de lado o aprendizado nutricional que os profissionais de ensino carregam. Segundo o portal do MEC, o papel fundamental do Ministério da Educação é garantir a integridade e as instruções educacionais dos jovens nas escolas. Portanto, tal objetivo é precário em relação aos estímulos alimentares adequados para uma vida saudável e longe de problemas nutricionais. Evidencia-se, portanto, uma ausência de preocupações à saúde dos estudantes e a falta de estímulo para uma alimentação mais adequada.

Entretanto, o Ministério da Educação deve incluir o ensino nutricional nas aulas de educação física, por meio de lesgislações e incentivos educacionais nas escolas. Com isso, a taxa de obesidade entre os jovens irá diminuir, abrindo espaço para instruções alimentares adequadas e efetivas. Dessa forma, o futuro da população brasileira será acompanhado da redução dessa doença, causando uma melhor qualidade de vida nas pessoas.