Entre a saúde e o preconceito: o problema da obesidade e do sobrepeso no Brasil
Enviada em 18/05/2020
No final do século XVIII, o governo absolutista francês passava por grandes dificuldades financeiras, dentre elas estava a péssima colheita, a qual levou ao custo exacerbado dos alimentos, consequentemente, a fome. Entretanto, no cenário atual, há de considerar que elevados preços de alimentos agrícolas conduz a uma alimentação baixa em valores nutricionais.
Haja vista que, os preços inacessíveis para uma dieta de boa qualidade seja um grande percursor do problema, contudo, deixa de ser um problema para uma vida livre do sedentarismo. Uma vez que, a caminhada ao ar livre reduz os riscos de problemas de saúde e é bem indicada por médicos. Ademais, as vias de tratamentos clínicos esportivos e nutricionais pelo SUS são nulas. Esse, por sua vez, oferece apenas meios cirúrgicos como forma de resolver o problema.
Em conseqüência de uma dieta rica em calorias e pobre em nutrientes, há estímulos no organismo que encaminha a diversos prejuízos para a saúde, como baixa autoestima e doenças crônicas. Em decorrência, as pessoas se vêem obrigadas a recorrer a qualquer tipo de resolução, em contrapartida com a saúde, bem como medicamentos para emagrecimento e cirurgias.
Em última análise, as pessoas obesas são alvos de discriminação, constrangimentos e de condutas gordofóbicas. Em exemplo das características citadas a Agência Nacional de Aviação Civil – ANAC, não dispõe de nenhum regulamento específico aos passageiros obesos, de modo que, esses são obrigados a pagar por duas passagens aéreas. Com efeito, isso causa transtornos psicológicos aos portadores da doença.
Portanto, cabe ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) diminuir o preço de alimentos frescos e incentivar a agricultura familiar a aquisição dos produtos. Além disso, com auxílio da mídia das indústrias alimentícias evidenciar informações de categoria nutricional, por meio de campanhas educativas e cunho social. Outrossim, o Ministério da Saúde (MS) juntamente com o Ministério do Esporte (ME) desenvolver tratamento clínicos tanto esportivos quanto nutricionais a cada indivíduo, a fim de que reverta o impasse. Por fim, os dois últimos órgãos citados em união com o MEC, Ministério da Educação oferecer refeições saudáveis e a prática de atividade física nas escolas e instituições governamentais, como o CRAS. De caráter de educação nutricional e esportiva, logo contribuir com o bem estar social.