Entre a saúde e o preconceito: o problema da obesidade e do sobrepeso no Brasil

Enviada em 19/05/2020

No programa norte americano “Honey Boo Boo”, é comercializado a imagem de uma criança obesa com uma dieta desbalanceada e extramamente calória. Contudo, tal situação não é considerado excêntrica nos dias atuais, uma vez que segundo a Organização Mundial da Saúde(OMS), no Brasil a taxa de obesidade é de 19%. Nesse sentido, a carência de conhecimento nutricional e a venda indiscriminada de alimentos industrialização - os quais são verdadeiras bombas calóricas - são dois principais fatores para obesidade brasileira.

A priori, de acordo com a OMS, o brasileiro consume 50% a mais de açucar que o recomendado, mostrando, assim, um péssimo cenário alimentício. Entretanto, uma reportagem feita pela Rede Record, a qual pedia que público comparasse a quantidade de açúcar em um suco natura de laranja e um brigadeiro e muitos dos entrevistados apontaram para o brigadeiro, porém a quantidade de açúcar no suco naturual - frutose - é mais concentrada e em maior quantidade que o açúcar do brigadeiro. Dessa forma, comprova que péssima alimentação brasileira é fruto de uma carência de conhecimento alimentar, a qual é precursora de obesidade e sobrepeso na população. Portanto, faz-se imprescindível que tal cenário não prorrogue nas gerações seguintes e seja controlada desde já.

Outrossim, vale salientar que a fiscalização e a regulamentação alimentícia no Brasil é extremamente flexível e enxuta, a saber, por exemplo, a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor constatou que a fórmula de produtos industrializados no Brasil têm uma maior quantidade de gorduras e açúcares comparado a paises europeus. Dessa maneira, é visível a influência de tal situação com índices alarmantes ganho de peso e perda saúde do brasileiro. Por fim, torna-se negligente não haver nenhuma medidade contenção desses produtos.

Com o intuito de amenizar essa problemática, o Cogresso Nacional junto com as escolas devem formular e incentivar medidas educacionais alimentares, que contariam com palestras e campanhas, as quais seriam ministradas por nutricionistas contratados pelo governo que debateriam sobre os  malefícios do consumo de produtos industrializados e, assim, estimulariam alternativas mais saudáveis e de boa qualidade.  Por esse viés, com o incentivo popular, o governo poderia restringir e regulamentar alguns desses industrializados, priorizando a saúde e o bem estar do consumidor brasieliro. Desse modo, reeducando e privando os hábitos do brasileiro e, consequentemente, dimunindo expressivamente os índices de obesidade e sobrepeso. Com a garantia educacional e de alimentos saudéveis e ricos para toda a população dietas como a da " Honey Boo Boo" seriam sigulares e preocupates para as futuras gerações.