Entre a saúde e o preconceito: o problema da obesidade e do sobrepeso no Brasil

Enviada em 05/06/2020

De fato, a sociedade atual, acelerada e sintética, está recheada de problemas relacionados à má alimentação e, principalmente, ao peso excessivo. Nesse sentido, em um contexto em que o tempo engole o homem, a preferência por uma alimentação irregular parece até aceitável, mas não inteligente, uma vez que a obesidade no Brasil, nesse cenário, surge como um dos menores efeitos.

De acordo com o Ministério da Saúde, o número de pessoas acima do peso no País já é maior do que a metade da população, atingindo 52% em 2015. O mais preocupante, entretanto, são os frutos desse problema: além de desequilíbrios psicológicos, como a bulimia, o sobrepeso abre caminho para a hipertensão, sedentarismo, diabetes e muitas outras consequências físicas que podem trazer resultados trágicos. Percebe-se, então, certa urgência na adoção de medidas que trabalhem esses problemas e seus efeitos.

A escolha por uma alimentação saudável nos dias de hoje requer disciplina. A falta de tempo, o trabalho em excesso, hábitos já incorporados ao cotidiano e facilidades como os fast-foods e comidas congeladas contribuem para que as pessoas tenham uma alimentação irregular. Torna-se evidente, portanto, a existência de uma refeição nada regular e uma necessidade de se tratar tal dificuldade, de modo que as suas sequelas sejam cada vez menores.

Podendo concluir que a escola tem um papel fundamental, com palestras de nutricionistas e até aulas de gastronomia, a fim de começar a tratar o problema desde a base, com conscientização. A família e a mídia também podem trabalhar a valorização da comida saudável por meio de conversas, debates e campanhas de bairro. Só assim, tratando causas e minimizando efeitos, será possível enxergar a alimentação, de fato, como um ingrediente nas transformações de que a liquidez atual precisa saber o quão essencial é uma alimentação balanceada e rica em nutrientes.