Entre a saúde e o preconceito: o problema da obesidade e do sobrepeso no Brasil

Enviada em 09/06/2020

“Eu acredito que podemos mudar o mundo através da alimentação”. A frase, dita pela nutricionista Bela Gil, mostra a importância da adoção de uma alimentação saudável. Todavia, no mundo contemporâneo, tem aumentado a escolha por refeições mais rápidas e, consequentemente, menos nutritivas. Dessa forma, é preciso analisar as consequências físicas e emocionais advindas da ausência de cuidados com aquilo que comemos.

Em primeiro lugar, deve-se analisar os prejuízos à saúde física. Devido à aceleração do mundo atual, notabilizou-se o surgimento dos “fast-foods”. Embora seja uma alimentação mais rápida, barata e até mais saborosa, a escolha por esse tipo de alimento, em longo prazo, acarretará o desequilíbrio nutricional do indivíduo, aumentando suas chances de desenvolver doenças como, obesidade, diabetes, hipertensão e infarto. Desse modo, torna-se fundamental o controle no consumo desses gêneros alimentícios.

Além disso, o descuido com a alimentação, também pode prejudicar a saúde mental dos indivíduos. Atualmente, vivemos em uma sociedade de aparências, na qual o parecer é mais importante do que o ser. Sendo assim, devido também a valorização do corpo magro, muitas pessoas passam por transtornos alimentares graves - como a anorexia e a bulimia - para se manterem em forma. Entretanto, tais comportamento são extremamente prejudiciais à saúde, podendo causar desnutrição e vômitos, respectivamente.

Fica claro, portanto, como os cuidados com a alimentação são importantes. Sendo assim, as escolas, em parceria com o Ministério da Saúde, devem incluir na grade curricular aulas de nutrição básica, para mostrar os benefícios de uma boa alimentação e os prejuízos de sua ausência, tendo em vista a formação de uma sociedade mais consciente e saudável. Ademais, a mídia deve valorizar outros biotipos além do magro, para dar representatividade a todos. Assim, por meio da alimentação, podemos começar a mudar o mundo.