Entre a saúde e o preconceito: o problema da obesidade e do sobrepeso no Brasil
Enviada em 22/10/2020
A Constituição federal, de 1988, prevê a todos os cidadãos o direito à vida, trabalho e à saúde. No Brasil, entretanto, a falta de mobilização do Estado permitiu o aumento da obesidade e preconceito com a população acima do peso, o que representa uma afronta direta à condição humana. Nesse sentido, convém a análise das principais causas e possível medida relacionada a essa problemática.
Como primeira causa desse fator, percebe-se a ausência de nutrólogos e acompanhamento alimentar em hospitais públicos. De acordo com o pensador iluminista John Locke, o estado tem o dever de proteger e expandir o direito a todo seus cidadãos. Todavia, ao analisar a pouca atuação da nação brasileira na saúde alimentar, nota-se que Federação brasileira negligencia a garantia à saúde. Dessa forma, é inaceitável que um país com alta taxa de tributos, o governo não promova um serviço público eficaz.
Além disso, a falta de conhecimento e conscientização em escolas sobre os desafios enfrentados pela população obesa, impulsiona ao aumento dos casos de gordofobia. Segundo ao pensador estoico Senêca, a educação exige maiores cuidados, pois influi sobre toda vida. Em suma, nações que têm ensinos de promoção a inclusão social são os que representa o menor índice de preconceito. Nessa perspectiva, é inadmissível que um país democrático não incentive políticas de inclusão em escolas.
Portanto, para que a prescrições constitucionais não sejam apenas teóricas, é necessária uma ação mais engajada do Estado. Assim, o Governo Federal deve promover projetos públicos de incentivo a saúde alimentar, por meio do Ministério de Saúde, com contratação de médicos e nutricionistas em hospitais do município para fazer o acompanhamento nutricional da população brasileira. com isso, haverá uma diminuição dos casos de obesidade no Brasil.