Entre a saúde e o preconceito: o problema da obesidade e do sobrepeso no Brasil

Enviada em 05/11/2020

A partir do avanço da internet e dos maiores avanços tecnológicos, várias atividades que poderiam apenas ser feitas fora de casa, poderiam então serem feitas sem sair de sua moradia. No entanto, mesmo sendo um ponto muito positivo pela dinamicidade, acarretou um sério problema, o sedentarismo, que consequentemente aumentou também a obesidade e o sobrepeso das pessoas, onde hoje, segundo à Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 2,3 bilhões de pessoas no mundo sofrem de obesidade, sendo assim, um problema global

Logo, surge-se um preconceito contra pessoas com sobrepeso e obesas, e elas sentem-se pressionadas e infelizes a partir de tudo isso e do do ambiente em que vivem. Assim, muitos ficam depressivos ou buscam de forma descontrolada, por vezes em meios inadequados, emagrecer e buscar o “corpo desejado”. E prontamente, surge um objetivo necessário de todos terem o padrão de beleza atual , surgindo uma caça que consequentemente proporcionará vários problemas e impasses, como já descritos.

No entanto, devemos entender que o padrão de beleza não significa que a pessoa que tenha  seja saudável ou superior a outra que não possui esse padrão, isso acontece porquê existem diferentes tipos de corpos, denominados tanto pela genética quanto à forma física (biotipo). E esses diferentes tipos de corpos proporcionam uma variedade na vida da pessoa, onde ela pode ser mais cheia, mas possuir uma saúde melhor que uma pessoas magra.

Assim, podemos concluir que, para uma pessoa se tornar saudável, ela não precisa buscar o padrão de beleza, mas sim adequar a uma vida saudável a partir de seu corpo e forma física, juntando com práticas saudáveis como a ingestão de alimentos não processados e exercícios físicos. Além disso, devemos buscar entender mais sobre os diferentes tipos de corpos e pessoas para que não haja um preconceito com pessoas que possuem forma física diferentes, além de necessitar do governo uma maior ajuda a essas pessoas que sofrem desses problemas e conscientizar a população em geral sobre os diferentes estilos de cada pessoa, para que elas não sintam-se pressionadas e desfavorecidas.