Entre a saúde e o preconceito: o problema da obesidade e do sobrepeso no Brasil

Enviada em 07/11/2020

Vida saudável

Segundo a pesquisa Nacional da saúde, no Brasil há cerca de 1,8 mi de crianças e adolescentes com excesso de peso, e entre eles 6,7% já estão obesos. Fato que resulta do auto market das indústrias alimentícias, impostos sobre as crianças, que por sua vez, gera malefícios psicológicos e físicos as pessoas acima do peso e obesas.

É importante destacar, a princípio, as fontes socioeconômicas que corroboram para o mau hábito alimentar. Na qual as crianças são influenciadas por produtos que contenham embalagem de super-heróis e desenhos, com o intuito de lucrar cada vez mais sem se importar com a saúde do indivíduo. Dessa forma, aumento o índice de doenças causadas por má alimentação, de acordo com à sociedade brasileira de diabetes, 125 mi de brasileiros têm diabetes, graças a obesidade que se constrói devido ao consumo alimentar de desenfreado na infância que se estende até a vida adulta.

Vale ressaltar, ainda, os impactos ligados a gordofobia que, geralmente é executado no período escolar. Ato que resulta em problemas psicológicos como, por exemplo, ansiedade e depressão. Segundo o estudo científico “Nature Medicine”, assinado por mais cem instituições de todo o mundo, incluindo a SBCBM, na qual indica que o  preconceito contra obesos afeta nas relações sociais e à saúde mental. Dessa forma as vítimas recorrem a dietas e remédios milagrosos para o rápido emagrecimento.

Portanto, de acordo com essa realidade, nota-se a necessidade de medidas capazes de atenuar o impasse. Nesse sentido, cabe ao MS investir em planejamentos médicos, por meio de distribuições de nutricionistas e psicólogos as escolas e unidades de saúde, além de, comerciais e palestras ministradas por especialistas, para anunciar os graves riscos de atos gordofóbicos e auxiliar as pessoas que estejam acima do peso. Assim garantindo total respeito ao cidadão e conseguir administrar o equilíbrio entre o sedentarismo e a vida saudável.