Entre a saúde e o preconceito: o problema da obesidade e do sobrepeso no Brasil

Enviada em 09/11/2020

A défice de informações em relação a saúde no Brasil, cria uma sociedade exclusiva e baseada em ideologias intolerantes. Nessa sentido, uma doutrina errônea fundamentada na ideia de que magreza é sinônimo de saúde, é recorrente na vida dos Brasileiros, na qual estar a cima do peso acaba sendo relacionada a inutilidade. Dessa maneira, esse pensamento preconceituoso persiste, pois a problemática está ligada ao senso comum.

Assim, a obesidade acaba sendo um tabu. O excesso de peso tende a causar problemas, como hipertensão sedentarismo e até mesmo depressão, a questão é que essa circunstância não é tratada de forma correta, criando um esteriótipo em cima dessa fisionomia. Por outro lado, pode-se evidenciar a ação da mídia que colabora com existência dos padrões estereotipados.

Além disso, a má organização do setor da saúde piora a situação. A obesidade deve ser tratada para o bem-estar do paciente, o que exige não só cirurgias como a maioria pensa, mas também acompanhamento médico e colaboração por parte do individuo com os cuidados necessários. Sob a perspectiva do filosofo Confúcio “Não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros”. Então observa-se que mesmo depois do procedimento é necessário continuar o processo para manter-se saudável.

Dessa forma, faz-se necessário mudanças na forma  com a qual a sociedade brasileira está inserida. Primeiramente, o poder legislativo deve criar uma lei para garantir que dentro da mídia, todas as formas sejam inseridas, gerando uma inclusão. Ademais o Ministério da Saúde deve atestar programas informativos que serão inseridos nos setores hospitalares, e transmitidos através da mídia, para uma maior acessibilidade das informações sobre os devidos cuidados, evitando dificuldades futuras. Logo, o problema de preconceito ligado a saúde acabará no Brasil.