Entre a saúde e o preconceito: o problema da obesidade e do sobrepeso no Brasil
Enviada em 09/11/2020
Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos à educação e o bem-estar social. Conquanto, educação não é apenas português e matemática, mas também faz parte aprender a importância de fazer exercícios e se alimentar de forma correta. Nesse sentido, convém analisar as principais consequências de tal postura negligente para a sociedade brasileira.
A educação alimentar é fundamental no crescimento das crianças e dos adolescentes, pois há má alimentação pode trazer diversas doenças, como Diabetes, Hipertensão, colesterol alto. Além disso, as escolas oferecem aos alunos a merenda, que é selecionada para uma alimentação saudável, porém não ensina-os a importância manter o habito de alimentos saudáveis fora das escolas. Ademais, os pais também influenciam os seus filhos, quando compram refrigerante, salgadinhos, biscoitos diariamente.
O estigma social da obesidade refere-se à assunção preconceituosa de características baseada no julgamento de uma pessoa por ter excesso de peso ou por ser obesa. No documentário “muito além do peso” mostra que um terço das crianças brasileira estão acima do peso e desenvolvendo doenças que eram encontradas normalmente em adultos. Segundo o Instituto de Opinião Publica e Estatística 92% dos brasileiros já praticaram ou viram a descriminação com pessoas com excesso de peso.
Portanto, é mister que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Para a conscientização da população brasileira a respeito do problema, urge que o Ministério de Educação e Cultura (MEC) crie, por meio de verbas governamentais, campanhas publicitárias nas redes sociais nas escolas que detalhem sobre a má alimentação, sugerindo ao interlocutor criar o hábito saudável também fora das escolas. Somente assim, será possível combater a obesidade e as doenças que as acompanha.