Entre a saúde e o preconceito: o problema da obesidade e do sobrepeso no Brasil

Enviada em 11/03/2021

Na idade média, os retratos artísticos das mulheres simbolizavam o excesso de peso como poder, riqueza e respeito, algo que era almejado pela população da época. Porém na atualidade é diferente, isso é tratado como obesidade, e como preconceito por parte da população, sendo algo maléfico. Sendo assim, o excesso de peso pode causar problemas sérios, como o sedentarismo e também pode mexer com fatores psicológicos, acarretando a depressão. Nesse contexto, nota-se a necessidade de serem tomadas atitudes pelas autoridades competentes para essa problemática.

Em primeiro plano nota-se que, o sendentarismo é algo maléfico. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o índice de sedentarismo traz dados preocupantes. Oito em cada dez pessoas de 12 a 40 anos não realizam atividade física suficiente. No Brasil, o índice é ainda maior: 57,5% dos indivíduos nessa faixa etária são menos ativos do que deveriam. Isso aconteceu principalmente na pandemia do COVID-19 em 2020, pois devido a quarentena a população ficou em casa, sentindo-os desmotivados em praticar a atividade física, Sendo assim, isso polissibitou o sedentarismo à boa parte da população     e automaticamente com a sua alimentação danificada.

Vale salientar que, a obesidade pode causar problemas psicológicos. Desse modo, o que muitas pessoas não sabem é que, além das doenças físicas provocadas pelo fato de estar acima do peso, tem também os transtornos emocionais, que a maioria das vezes são acarretados através de pessoas gordofóbicas e preconceituosas. Geralmente a pessoa obesa sofre algum tipo violência de verbal, xingamentos, zoações e falas desrespeitosas por indivíduos gordofóbicos, Segundo o site Veja Saúde, 35,6% das pessoas que sofrem de gordofobia acarretam doenças psicológicas, como a depressão e 12,% delas optam pelo suicídio. Desse modo, nota-se a necessidade de atitudes serem tomadas pelo  Ministério da saúde, para combater essa problemática.

Em suma, para combater o preconceito sobre a obesidade, do sedentarismo e das doenças psicológicas, o Ministério da Saúde deve promover ações esportivas em praças públicas de bairros com altas índices de obesidade, investir mais em programas nutricionais, disponibilizando nutricionistas para a acompanhar melhor a alimentação dos indivíduos, para que assim consigam incentivo-lós a ter uma boa alimentação e praticar os exercício físicos. De modo que consiga atingir boa parte da população brasileira sobre pose. Logo, fazendo assim consequentemente, os casos de obesidades, sedentários e doenças psicológicos irá diminuir como também o preconceito e a gordofóbia serão combatidos.