Entre a saúde e o preconceito: o problema da obesidade e do sobrepeso no Brasil
Enviada em 25/09/2021
A digital “influencer” Alexandra Gurgel, apresenta nas suas redes sociais conteúdos a respeito da obesidade e do sobrepeso, fala abertamente dos preconceitos que sofre e demonstra que é possível ser gorda e saudável. Nessa perspectiva, a sociedade brasileira tem um olhar preconceituoso em relação ao sobrepeso, assim, não conseguem distinguir a diferença entre pessoas obesas e pessoas acima do peso saudáveis. Sob esses as apectos, é necessário analisar as principais causas, como os canais midiáticos, a questão do alimentos industralizados e possíveis medidas relacionadas.
Nesse contexto, é importante destacar que a mídia auxilia para que o preconceito propague contra pessoas acima do peso. A Indústria Cultural formulada pelos filósofos Theodor Adorno e Max Horkheimer, fala sobre a padronização de pessoas, cultura etc vinculadas pelas mídias. Nesse sentido, a sociedade só considera saudáveis pessoas dentro dos padrões produzidos, assim, culminando e agravando o prejulgamento de pessoas diferentes de tais padrões, podendo afetar o psicológico da vítima. É, portanto, inadmissível que a corporação prossiga sendo preconceituosa e aceitando apenas dentro dos estereótipos já determinados.
Ademais, outro fator relevante é a questão dos alimentos artificias que ampliam a obesidade. O consumo de alimentos industrializados passou de 30% para 35%, de acordo com o site UOL. Nesse viés, alimentos artificiais são ricos em gorduras que executam más funções para o corpo, além disso, não possuem valores nutritivos, embora, estejam frequentemente nos cardápios dos brasileiros por serem opções mais rápidas, provocando doenças como: obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares e respiratórias. Em vista disso, é inaceitável que a população suceda consumindo alimentos artificias que colocam em risco sua saúde.
Sendo assim, pode-se inferir que esse desmonte está em questão no Brasil e carece de soluções. Dessa forma, o Ministério da Saúde, deve promover campanhas educacionais sobre as diferenças do sobrepeso e da obesidade, além disso, fornecer atendimentos nutricionais a população, por meio de alargamento de verbas e eventos nos centros de convenções, com a participação ativa da população e dos profissionais altamente qualificados, a fim de que a obesidade e os preconceitos não sejam mais uma realidade no Brasil.