Entre a saúde e o preconceito: o problema da obesidade e do sobrepeso no Brasil

Enviada em 28/10/2021

A obesidade é uma doença crônica caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal, que pode afetar a qualidade de vida e causar diabetes, hipertensão, problemas cardiovasculares, osteoartrite, apneia do sono, certos tipos de câncer e outras doenças. A obesidade é classificada da seguinte forma: Grau I: o IMC está entre 30 e 34,9; Grau II: o IMC está entre 35 e 39,9, Grau 3: (obesidade mórbida): o IMC é superior a 40 (se calcula com peso dividido pela altura ao quadrado) Não bastando o problema de estar com sobrepeso, outra preocupação bem comum é o bullying, que consiste em uma série de violência repetida por um período de tempo. Geralmente, são ataques verbais, físicos e psicológicos que humilham, intimidam e ferem a vítima. Os danos causados ​​pelo bullying podem ser de longo alcance, como depressão, distúrbios de comportamento e até mesmo suicídio.

A idealização do corpo ‘’ideal’’ se deu no final do século 90 e início dos anos 2000, quando passaram a rotular um corpo perfeito, ser magro era o alvo de todos e o sobrepeso passou a ser visto como sinônimo de feiura pelas pessoas e isso se mantém até os dias de hoje, infelizmente. Daí surgiu o termo gordofobia, que é um termo usado para descrever o comportamento de alguém que julga como inferior, mesquinho ou nojento a obesidade. Outro veículo que poderia ajudar o combate quanto a isso são os canais comunicativos, mas ao contrário disso a mídia incentiva a perda de peso, ao citar dicas de dieta para perda rápida de peso. Muitos filmes também distorcem a visão de mulheres obesas, colocando-as em uma situação desagradaveis e criando imagens depreciativas delas.

Com tamanha repercussão e consequências graves sobre o assunto, o Senado Federal oficializou como crime atos gordofóbicos ‘’Criminalizar atos de Gordofobia (preconceito contra obesos) Como Crime hediondo com pena estipulada de 6 meses a 4 anos de Reclusão e Multa de 1200,00 R$ sem direito a fiança’’. Ouça quando ela quiser falar, e só fale quando ela quiser ouvir você. Se aceite do jeito que é e procure ajuda psicológica. quanto antes.