Entre a saúde e o preconceito: o problema da obesidade e do sobrepeso no Brasil
Enviada em 28/10/2021
Os avanço tecnológico trouxe o comodismo onde podemos ter uma vida mais leve sem esforço,
assim podendo ficar em casa ao invés de ir até o trabalho sem precisar de uma rotina diária, com isso
acresenta-se o sedentarismo com a má alimentação assim tem a fórmula da obesidade e sobrepeso.
Os dados do Ministério da Saúde afirma que dez a quinze porcento da população brasileira está
formalmente apta a fazer uma cirugia bariátrica, com a elevação nos casos de preconceitos, como
ofensas corporais, piadas de mau gosto, descriminação no ambiente de trabalho e bullying muitos
uso do rémedios que se dizem ser ´´milagrosos´´ causando até a morte , é preciso combater essa repulsa e vergonhosa “ditadura da beleza”, para isso é essencial entender que estar nessa condição não é sinônimo de inferioridade, e muito menos uma questão estética, é sim a saúde do indivíduo que deve estar sempre em primeiro lugar.
A obesidade pode vim por causa de traumas na infância como abusos, bullying, depressão
porém, a informação e a conscientização são fundamentais para o entendimento do bem-estar físico de uma vida saudável, além disso, alimentação saudável não é simplesmente uma questão de escolha individual. Trata-se de um direito garantido pela nossa Constituição e também é obrigação do Estado. Para garantir esse direito e tratemento cliníco pós-bariátrica que o SUS- Sistema Único de Saúde não cobre um direto que a pessoa obesa daveria ter.
A obesidade infantil já se tornou uma grande pandemia no Brasil. Em 2019, de acordo com o (SISVAN)Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde, 7% das crianças menores de 5 anos e 13,25% das crianças de 5 a 9 anos, foram diagnosticadas com obesidade. Para muitos, são apenas números, para as crianças e adolescentes que vivenciam melancolia da obesidade, trata-se de prejuízos de seu pleno desenvolvimento físico e emocional.
Além disso, são notórios os problemas acarretados com o preconceito diante do sobrepeso, portanto fica evidente a necessidade de medidas que venham ampliar as definições de corpos “ideais” através dos meios de comunicação, a fim de diminuir as cobranças e discriminações, propagando o amor próprio. Somente assim, teremos jovens contra as “justificativas” citadas por Darwin e qualquer forma de preconceito. Poder Público deve criar ações mais rígidas, tal como uma lei de combate a tal preconceito e fiscalizá-la. Além da mídia fornecer matérias que incentivem hábitos saudáveis de alimentação, práticas de exercícios físicos e que combatam a gordofobia.