Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 16/03/2020

A última vez que uma pandemia tomou conta do mundo foi há cerca de 1500 anos, com a peste Negra ou também conhecida por Bubônica, na Europa. A infestação se dava pela contaminação do hospedeiro, um pequeno animal, como ratos, gatos, que por sua vez, passavam por locais de pouca ou nenhuma higiene( esgotos a céu aberto, lixo pelas ruas), onde se infestava de pulgas, o transmissor da doença.

Sem vacinas ou outro tipo de remédio, a peste ceifou milhões de vidas no velho continente. Entretanto, só pode ser contida porque os corpos contaminados eram queimados.

Então, em 2020, surge outra grande epidemia, de novo teve início no outro lado do mundo. Foi na China dessa vez.

Vírus são seres capazes de alterarem sua carga genética(DNA), daí dizer-se que há possibilidade de uma mutação.

E portanto, os reflexos negativos surgem, inclusive no mundo dos negócios, ações perdem valor na Bolsa, Companhias Aéreas tem prejuízos significativos. Se a tendência for negativa pode produzir recessão até o limiar de uma grande depressão, como já houve no passado.

Ainda nada se falou da histeria produzida nas pessoas.

A euforia foi o efeito produzido na maioria, medidas de higiene nunca antes tomadas foram implementadas a fim de evitar a progressão da doença: lavar as mão em ambientes públicos, espirrar e proteger com cotovelos, evitar transportes públicos superlotados, trabalhar em casa.

Entretanto, assim como houve prejuízos para algumas empresas, para outras houve crescimento indireto, foi o caso das Industrias Farmacêuticas e de Laboratório em busca de vacinas eficientes à cura da nova doença.

Em que pese todo o exposto, não há proposta para o tema, mas expectativas. Espera-se dos governos e das Indústrias Farmacêuticas a agilidade de produzir o antídoto para o novo problema, de modo a evitar a morte acelerada de muitas pessoas, bem como a contaminação, dos neo-cientistas a cautela quando lidar na genética desses seres.