Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 04/04/2020
Como resultado da evolução dos meios de transporte e de comunicação, viagens são inúmeras vezes mais baratas e rápidas do que nos anos anteriores a Revolução Industrial, dessa forma os países tornaram-se interdependentes no aspecto socioeconômico. Consequentemente a transmissão de doenças contagiosas é facilitada, podendo gerar grandes danos à economia mundial devido a seu caráter de propagação exponencial e por promoverem o pânico geral. Sendo assim, para evitar-se prejuízos causados por epidemias e suas decorrentes histerias, é necessário restaurar a confiança na comunidade científica, bem como conscientizar o público sobre a prevenção e o risco de cada doença pandêmica.
Um estudo da American Society For Microbiology alertava que novos vírus como o da SARS poderiam surgir em um futuro próximo. Contudo, a maioria esmagadora dos governos mundiais ignoraram esse fato, e como consequência, a vida, como se conhecia, foi destruída por obra de uma das maiores crises saturarias de que a humanidade já presenciou. Assim, a falta de confiança nos estudos científicos impede a prevenção desses acontecimentos.
Adicionalmente, há a loucura vinda dessas pragas, no início do século XXI a novela portuguesa Morangos com Açúcar, fez um episódio em que uma nova doença terrível, estava infectando os personagens, como efeito adolescentes começaram a adquirir esse “vírus” e manifestar seus sintomas. Logo, é evidente que a falta de compreensão e o medo são imensamente nocivos ao esforço de acabar com essas adversidades. Ademais, há uma grande chance que outra epidemia como a atual aconteça e há um cenário de desinformação extremo.
Em suma, os Ministério da Saúde e da Ciência, por meio de campanhas informativas, voltadas à superação da visão arcaica de repúdio à lógica, devem formar um compromisso com a valorização da comunidade científica, com o objetivo de que o Brasil esteja vacinado contra uma pandemia. Somente sob tais ações, o mundo contemporâneo, conectado e mutualístico, poderá continuar existindo.