Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 25/03/2020
Em meio ao cenário da Europa medieval, a introdução de uma pandemia nefasta, denominada “Peste negra”, suscitou a dizimação de um terço da população do continente, evidenciando a limitação humana ao lidar com os perigos da natureza. Hodiernamente, o mundo globalizado desenvolveu a ciência, contudo, a ameaça pandêmica ainda representa um entrave para o homem; reverberando inúmeros impactos, precipuamente, no panorama nacional, diante do sistema de saúde deficitário e crescente instabilidade econômica.
Com o avanço contínuo das formas de comunicação,a sociedade mundial fica a cada dia mais ligado.Fazendo,logicamente,as pessoas terem maior contato,contato que por sua vez acaba transmitindo coisas boas,como informações,e coisas ruins, como doenças.Atualmente,vive-se uma pandemia do Covid-19,mais conhecido como coronavírus.Doença que surgiu inicialmente na China e rapidamente foi transmitida para todo o mundo,fazendo países desenvolvidos,como Itália,entrarem em estado de calamidade.
A chamada gripe espanhola, no final da Primeira Guerra Mundial, teve “um efeito estruturador na história da saúde”, ressalta o geógrafo Freddy Vinet, da Universidade Paul Valéry de Montpellier. Essa grande pandemia moderna, com seus 50 milhões de mortos, nos fez tomar consciência da necessidade de uma gestão global de risco de infecção, e surgir uma geração de médicos jovens especializados nos vírus. Teve também outro tipo de impacto: “Em termos de comportamento, foi criada uma distância mínima em relação ao próximo, que é maior em nossas sociedades ocidentais do que em outras”, afirma Bourdelais.
Devido aos fatos expostos fica claro a necessidade de medidas.Para isso,é necessário que a OMS,Organização Mundial de Saúde,em junção com a ONU,Organização das Nações Unidas,criem projetos para evitar a propagação de doenças.