Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 19/03/2020
No ano de 2008, um grande surto viral da gripe H1N1 surgiu em escala global, acometendo a saúde, economia e a integridade de vários países. Embora diversas doenças tenham sido registrada de forma anormal, o Brasil ainda não está preparado para a eclosão de novas epidemias, seja pela falta de investimento na área de pesquisas em vacinas, soros ou da biotecnologia, e até pelo grande desmatamento de biomas brasileiros, o que acaba agravando a situação em escala global.
Especialistas na área da ecologia, sempre ressaltaram que a destruição de florestas e habitats de espécies, implicam diretamente no surto de novas ou velhas doenças, isso é causado porque os agentes transmissores se deslocam para a cidade pela falta de presas na teia alimentar, passando a consumir sangue humano, e a doença que antes estava na floresta, acaba se deslocando e afetando toda a população.
Além disso, vale ressaltar a falta de verbas para pesquisas de vacinas, soros e em tecnologia, o que poderia ser uma forma de imunizar a população contra vírus, bactéria e outros… Acaba estando em falta nos postos de saúde, dentre os tratamentos existentes, poucos são regulados, administrados e bem distribuído pelo SUS.
Portanto, é nescessário que o ministério das ciências, tecnologias e pesquisas(MCTIC) vinculado ao MEC, libere o maior número de bolsas e monitorias para as universidades e centros biotecnólogos, com o objetivo de promover a busca por novos meios e formas de medidas profiláticas contra agentes etiológicos, além do fortalecimento de ong’s na luta contra o desmatamento, e pela busca da sucessão ecológica, promovendo saúde, segurança e bem estar social.