Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 22/03/2020

Primordialmente, as epidemias são doenças que atacam um número elevado de pessoas em determinada região. Quando essa doença se espalha por vários países e continentes, torna-se uma pandemia, que é o caso do Covid-19, mais conhecido como coronavírus. Ao longo da história, epidemias mataram milhares de indivíduos. Na Idade Média, a Peste Bubônica matou mais de 25 milhões de pessoas, visto que, as condições de higiene e saneamento básico eram precárias. Portanto, para que as doenças não se espalhem, é necessário obedecer todas as instruções dadas pelas unidades de saúde e pelo Estado, como também ter hábitos higiênicos.

No Brasil, é muito comum casos de dengue: doença causada pelo mosquito Aedes Aegypti. O mosquito é bem adaptado às zonas urbanas, mais precisamente ao domicílio humano, onde é capaz de reproduzir-se e pôr seus ovos em pequenas quantidades de água parada. Para evitá-lo, basta ter alguns cuidados dentro de casa. Uma vez que, não se têm esses cuidados, a doença torna-se um grande problema. É responsabilidade de todos entender a importância da prevenção, cobrando medidas, participando efetivamente das campanhas de vacinação e tomando as precauções fundamentais.

Em vista disso, para que as epidemias possam ser controladas, é imprescindível que casos sobre as doenças sejam notificadas ao Ministério da Saúde, para que possa intervir, com o objetivo de deter a propagação para outros locais, impedindo que se torne uma pandemia e fazendo com que a sociedade fique protegida. Além disso, estratégias podem ser adotadas pela população, principalmente pelas pessoas infectadas, por exemplo: evitar viagens, não frequentar ambientes fechados e com maior concentração de pessoas e a higiene também é muito importante. Para combater as epidemias, depende de todos ter consciência sobre o assunto.