Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 27/03/2020

Essa é a nossa realidade

No filme Contágio revela a história de uma mulher que retorna aos Estados Unidos após contrair o vírus na viagem de negócios em Hong Kong, que acaba morrendo dois dias depois. Na narrativa evidencia-se a preocupação dos médicos em combate ao vírus e o pânico da população sob o mesmo. Tal obra contudo, ainda, representa a realidade de certas regiões do mundo, haja vista as epidemias e histeria coletiva. Todavia para que aja uma reversão do quadro, faz-se necessário analisar as causas que contribuem para a continuidade da problemática.

Deve-se destacar, primeiramente, que a mais recente histeria coletiva é o vírus que causa infecções respiratórias. De acordo com o Ministério da Saúde o novo agente do corovavírus foi descoberto em 31/12/19 após casos registrados na China. Em virtude do rápido trânsito de pessoas, as epidemias se propagam com maior facilidade de uma região a outra. A cerca disso, o escritor e representante da FALASP, afirmava que a globalização encurtou as distâncias métricas, aumentando muito mais as distâncias afetivas.

Ademais, segundo Hélio Bacha, infectologista do Hospital Albert Einstein em São Paulo, os principais motivos do pânico entre as pessoas ocorre em virtude da rapidez de como a situação da doença Covid-19 evolui e também com o número de mortes.

É evidente, portando, que a dificuldade no combate as epidemias contemporâneas e a histeria coletiva é agravada por causa do grande deslocamento de pessoas em massa , aglomeraçães e Fake News nas mídias sociais. Logo é necessário que o Ministério da Saúde torne-se mais assertivo com a propagação de notícias verídicas a respeito da doença. Nesse contexto, para que a população tenha mais segurança, o governo deve disponibilizar abjetos de higiene pessoal, a família tem que alertar seus membros da graviade da situação e a sociedade em si deve manter a calma.